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Brasil

Anvisa publica alerta para riscos de progressiva com formol

Adição de formol a cosméticos é considerada infração sanitária grave e pode configurar crime hediondo, de acordo com Código Penal

07/07/2025 15:16, atualizado 07/07/2025 19:12
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Imagem colorida da fachada de um prédio de uma das agências reguladoras, a Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (7/7), um informe de segurança alertando sobre os riscos à saúde e aos cabelos relacionados ao uso de alisantes capilares, como o formol e o ácido glioxílico.

De acordo com o comunicado, os produtos irregulares podem causar desde irritações na pele até problemas respiratórios a danos irreversíveis à estrutura capilar. Ao notarem sintomas como coceira, ardência ou dificuldades respiratórias, os consumidores devem procurar um médico imediatamente, diz o alerta. A agência também orienta a verificação do produto junto à Anvisa.

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O documento ressalta que o formol é permitido em produtos cosméticos no Brasil apenas como conservante, em concentrações de até 0,2%, e como endurecedor de unhas até 5%. A adição da substância química a cosméticos fora desses termos é considerada infração sanitária grave e pode configurar crime hediondo, conforme o artigo 273 do Código Penal brasileiro.

Na última quarta-feira (2/7), a Anvisa realizou uma operação e publicou uma resolução que cancelou diversos produtos alisantes irregulares e determinou diversas medidas preventivas às empresas inspecionadas, como a suspensão da fabricação, da comercialização, da distribuição e do uso, além do recolhimento de produtos, entre outras.