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Sonho de consumo de muitas mulheres e homens, os cabelos lisos e sem frizz podem ser conquistados com escovas progressivas. No entanto, o tratamento, feito à base de formaldeído, o famoso formol, pode causar muitos problemas ao organismo. Dependendo da concentração da substância, o que deveria ser um alívio pode se tornar uma dor de cabeça com queda dos fios, irritação e até queimaduras.

Para preservar a saúde dos cabeleireiros e consumidores que utilizam o produto diariamente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina que a quantidade de formol máxima nas escovas progressivas seja de 0,2%.

Mas nem todas as escovas progressivas respeitam esse limite. Em um teste com as 12 marcas mais vendidas do mercado realizado pela Proteste, verificou-se que 10 etiquetas apresentam irregularidades. Foram analisadas amostras das marcas: Zap All Time, Gloss Profissional, Maria Escandalosa, Portier – Exclusive, Portier – Unique, Foreverliss, Probelle, G Hair- Tratamento capilar marroquino, G Hair – Fórmula Original Alemã, Etnik Brasil, Madamelis e Maria Glamurosa.

Foram avaliados no teste elementos como rotulagem, dosagem de formaldeído e o pH de cada produto.

Reprodução/Proteste

 

Reprodução/Proteste

 

 

Reprodução/Proteste

 

 

Veja as irregularidades encontradas:

Reprodução/Proteste

Apenas duas marcas das 12 analisadas contêm formol em quantidades seguras e pH abaixo do recomendado (Probelle e Portier Unique).

Descobriu-se também que o produto G Hair Marroquino traz na composição a substância ácido glioxílico e que a as marcas Gloss e G Hair estavam com suas notificações vencida e cancelada, respectivamente. Logo, não poderiam estar disponíveis no mercado.

A Proteste se posicionou e pediu a retirada dos produtos do mercado.

 



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Protesteescova progressiva

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