Anotação em prontuário salvou vítima de trabalho escravo sumida há 21 anos

A empregada doméstica Adelaide Alexandrete estava desaparecida havia duas décadas no RS e foi encontrada em situação de trabalho escravo

atualizado

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Imagem colorida da doméstica Adelaide Alexandrete - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida da doméstica Adelaide Alexandrete - Metrópoles - Foto: Reprodução/TV RBS

Uma anotação feita por uma médica em um prontuário deu o pontapé nas investigações e no resgate da mulher que estava em condição de trabalho análogo à escravidão, e que havia desaparecido há 21 anos no Rio Grande do Sul (RS). A informação foi confirmada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O relato da médica no prontuário é de que a vítima “não recebe salário para trabalhar e não tem permissão para ir e vir livremente”. Traz, ainda, dúvida se ela estaria em situação análoga à escravidão. A situação só foi descoberta porque a profissional estranhou o comportamento da mulher durante a consulta e pela ida de um auditor fiscal à casa onde a mulher trabalhava.

A vítima foi identificada como Adelaide Alexandrete, 45 anos (foto em destaque), empregada doméstica em Santa Maria (RS). O Ministério Público do Trabalho (MPT) acertou o pagamento da rescisão à mulher com o empregador e busca reaver os direitos pelos serviços não honrados há duas decadas.

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