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Brasil

Amigos de Temer "lançam" sua candidatura a presidente em 2022

No Whatsapp, foi criado um grupo em apoio ao emedebista. Contudo, ele considera que o momento não é oportuno para falar de eleições

22/03/2021 18:49, atualizado 22/03/2021 19:07
Daniel Ferreira/Metrópoles
Michel Temer

Após ser absolvido pela Justiça Federal no caso deum suposto esquema de corrupção em portos de São Paulo, o ex-presidente Michel Temer, de 80 anos, volta aos holofotes devido às eleições presidenciais de  2022.

Isto porque no aplicativo WhatsApp alguns amigos dele chegaram a criar o grupo “Michel Temer 2022”, em apoio à candidatura do emedebista à cadeira que já ocupou no Palácio do Planalto.

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Michel Temer foi presidente da República de agosto de 2016 a dezembro de 2018
O ex-presidente é acusado de tentar atrapalhar investigações da Lava Jato
Sessão solene do STF em homenagem aos 30 anos da Constituição. Presidente Michel Temer. Local: Supremo Tribunal Federal, STF. Foto: Igo Estrela/Metrópoles
Ex-presidente Michel Temer
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Ex-presidente Michel Temer

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Michel Temer foi presidente da República de agosto de 2016 a dezembro de 2018
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Michel Temer foi presidente da República de agosto de 2016 a dezembro de 2018

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O ex-presidente é acusado de tentar atrapalhar investigações da Lava Jato
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O ex-presidente é acusado de tentar atrapalhar investigações da Lava Jato

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Sessão solene do STF em homenagem aos 30 anos da Constituição. Presidente Michel Temer. Local: Supremo Tribunal Federal, STF. Foto: Igo Estrela/Metrópoles
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Sessão solene do STF em homenagem aos 30 anos da Constituição. Presidente Michel Temer. Local: Supremo Tribunal Federal, STF. Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Igo Estrela/Metrópoles

Temer se esquivou e, por meio das redes sociais, disse que se sente “lisonjeado”, mas que a única “candidatura” a que se propõe é “tomar a segunda dose da vacina contra a Covid-19”. O ex-presidente recebeu a primeira dose do imunizante em 27 de fevereiro, no Pacaembu, em São Paulo.

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Vale ressaltar que o governo de Michel Temer, após a saída da ex-presidente Dilma Rousseff, obteve 82% de rejeição. No entanto, após deixar o cargo, a referência desceu para 62%.

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Na última semana, Temer explicou que não considera o momento adequado para tratar de questões políticas, em referência à disputa eleitoral.

“Não podemos deixar que essas discussões contaminem negativamente essa unidade que é indispensável agora, em 2021, para o combate ao coronavírus”, disse Temer ao Estadão.