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Brasil

Alerta: Goiânia identifica casos de síndrome "mão-pé-boca" em crianças

Três escolas da capital goiana registraram surto da doença, que é contagiosa e provoca feridas pelo corpo, além de febre e prostração

26/11/2021 11:00, atualizado 26/11/2021 17:21
SMS Goiânia
Sindrome boca mao pe goiania goias

Goiânia – A prefeitura da capital goiana fez um alerta com orientações para evitar a disseminação da síndrome mão-pé-boca. Três escolas municipais já registraram surtos da doença entre crianças.

Essa síndrome é uma infecção viral causada pelo Coxsackie. A maior parte dos casos ocorre entre pessoas com menos de 6 anos de idade. A doença é benigna, mas é altamente contagiosa e causa desconforto nos pequenos.

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Três escolas de Goiânia registraram a doença, que costuma atingir menores de 6 anos
Síndrome provoca feridas nas mãos, pés e boca das crianças
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Síndrome provoca feridas nas mãos, pés e boca das crianças

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Três escolas de Goiânia registraram a doença, que costuma atingir menores de 6 anos
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Três escolas de Goiânia registraram a doença, que costuma atingir menores de 6 anos

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Os principais sintomas da síndrome são lesões na mucosa oral e erupções em mãos, pés e boca. Vem justamente dos locais preferenciais das lesões a definição popular da doença: síndrome mão-pé-boca.

Também podem ocorrer febre e prostração, irritabilidade, mal-estar, náusea, vômito e diarreia, segundo a Vigilância Epidemiológica de Goiânia.

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A transmissão da síndrome mão-pé-boca ocorre por gotículas contendo o vírus, como saliva, muco nasal e fezes. O líquido que sai das erupções na pele também é contagioso.

Tratamento

Não existe uma vacina contra essa doença, mas há tratamento e prevenção. As crianças doentes devem ser isoladas e precisam de acompanhamento médico. As lesões na mucosa atrapalham na hora de comer, por exemplo.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Goiânia orienta que as escolas notifiquem os casos e que os pais fiquem atentos aos sintomas dos filhos.

Veja as medidas para interromper a transmissão do vírus:
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão;
  • Atenção maior na higienização das mãos após trocar fraldas e usar o banheiro;
  • Limpar superfícies frequentemente tocadas, como brinquedos;
  • Fazer o descarte adequado de fraldas e itens com fezes da criança;
  • Evitar o compartilhamento de copos e alimentos, além do contato próximo.