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Brasil

Alerj exonera chefe de gabinete ligado a Bacellar após operação da PF

Decisão foi tomada pelo presidente em exercício Guilherme Delaroli (PL) e ocorre após operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro

16/12/2025 13:51, atualizado 16/12/2025 14:00
Reprodução/X
Rui Bulhões, exonerado do cargo de chefe de gabinete de Rodrigo Bacellar na Alerj

O chefe de gabinete da Presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rui Carvalho Bulhões Júnior, foi ex0nerado do cargo nesta terça-feira (16/12) após se tornar alvo de uma operação da Polícia Federal (PF). A decisão foi assinada pelo atual presidente em exercício da Casa, Guilherme Delaroli, e publicada no Diário Oficial.

Divulgação/ Diário OficialAtual presidente da Alej exonera chefe de gabinete de Bacellar
Atual presidente da Alej exonera chefe de gabinete de Bacellar

Rui fazia parte da administração da Alerj durante a gestão de Rodrigo Bacellar, afastado do comando do Legislativo estadual. Ele é investigado na segunda fase da operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal nesta manhã. O agora ex-chefe de gabinete esteve na sede da PF, no Centro do Rio de Janeiro.

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De acordo com informações preliminares, a Polícia Federal apreendeu três celulares na casa de Rui Bulhões.

Outros nomes ligados a Bacellar foram exonerados

Além dele, outras duas pessoas ligadas a Bacellar foram exonerados, o diretor-geral da Assembleia Marcos André Riscado e o procurador-geral Robson Tadeu de Castro Maciel Júnior.

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Exonerção do procurador-geral Robson Tadeu de Castro Maciel Júnior
Exoneração do diretor-geral da Assembeia Marcos André Riscado
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Exoneração do diretor-geral da Assembeia Marcos André Riscado

Divulgação/ Diário Oficial
Exonerção do procurador-geral Robson Tadeu de Castro Maciel Júnior
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Exonerção do procurador-geral Robson Tadeu de Castro Maciel Júnior

Divulgação/ Diário Oficial

Operação da PF

A decisão ocorre em meio a investigações da Polícia Federal, que nesta terça-feira 16/12) prendeu prendeu o desembargador Macário Ramos Júdice Neto. Ele é suspeito de envolvimento no vazamento de informações sigilosas que favorecem o Comando Vermelho (CV).

Macário é o relator do processo que envolve o ex-deputado Thiago Raimundo dos Santos, conhecido como TH Joias, preso por ligação direta com a facção. Segundo as investigações, o magistrado teria atuado para favorecer o grupo criminoso.

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