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Brasil

Alckmin: manifestações em QGs são "coisa de menino mimado"

Atos ocorrem desde 30 de outubro, dia do segundo turno das eleições, por todo o Brasil, em protesto ao resultado das eleições presidenciais

Repórter de Brasil08/12/2022 19:15, atualizado 08/12/2022 19:22
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Hugo Barreto/Metrópoles
vice-presidente eleito geraldo alckmin entrevista camara dos deputados

O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) afirmou nessa quarta-feira (7/12) que manifestações a favor de uma intervenção militar são “coisa de menino mimado”. A declaração foi dada durante entrevista à GloboNews.

“Atentar contra a democracia é crime e deve ser tratado dessa forma. Tem de ter paciência, o Executivo, resiliência. Isso é coisa de menino mimado, que perde o jogo, pega a bola e leva embora”, afirmou Alckmin.

Os manifestantes reúnem-se em frente a quarteis desde 30 de outubro, data do segundo turno das eleições. Como mostrou a coluna Grande Angular, do Metrópoles, nos pontos dos atos, há manifestantes fixos, que moram em barracas. E também há os militantes do tipo visitante, que vão passear no local com a família.

Os atos pedem que as Forças Armadas cumpram o artigo 142 da Constituição e que a Marinha, o Exército e a Aeronáutica “destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.

A declaração de Alckmin veio ao ser questionado sobre o movimento do presidente deposto do Peru, Pedro Castillo, preso após dissolver o Congresso do país e decretar estado de exceção.

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