Alckmin aposta em desdobramentos de diálogo entre Lula e Trump

Alckmin avaliou que encontro entre presidentes foi um passo importante e deve abrir caminho para novos desdobramentos

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Presidente Lula, vice Geraldo Alckmin e ministros durante anúncio da nova linha de crédito para Indústria 4.0 no Palácio do Planalto Metropoles 6
1 de 1 Presidente Lula, vice Geraldo Alckmin e ministros durante anúncio da nova linha de crédito para Indústria 4.0 no Palácio do Planalto Metropoles 6 - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Comércio e Indústria (MIDC), Geraldo Alckmin (PSB), avaliou nesta sexta-feira (26/9) que o encontro entre o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente americano, Donald Trump, pode abrir caminho para novos “desdobramentos”. Para ele, encontro é um passo importante na relação bilateral dos países.

“Acredito que essa sinalização do presidente Trump com o presidente Lula foi um passo importante, agora precisamos dar outros passos para reduzir alíquota e para retirar mais produtos dessa alíquota de 50%”, disse em entrevista ao programa Brasil do Povo, na RedeTV!.

De acordo com Alckmin, ainda não existe data para uma conversa entre os líderes, mas o encontro, ainda que virtual ou por telefone, deve acontecer em questão de dias.

“O encontro dos presidentes é um marco fundamental, existem muitas decisões tomadas na Casa Branca, foi uma mensagem importante, devem ter novos desdobramentos”, avaliou.

Durante a abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que aconteceu em Nova York, o chefe da Casa Branca afirmou que teve um breve encontro com Lula e que eles tiveram uma excelente química. Trump reconheceu que os líderes tem assuntos a conversar e que uma reunião deverá acontecer em breve, sem dar mais detalhes.

Ainda nesta sexta, em evento na capital paulista, Alckmin afirmou que o governo vai continuar trabalhando para reduzir a alíquota e retirar o máximo de produtos da lista do tarifaço.

“Agora vamos dar os novos passos para a gente poder avançar ainda mais e fazer um ganha-ganha, que é o que deve ser comércio exterior”, afirmou.

O vice-presidente voltou a ressaltar que a balança comercial brasileira é deficitária com os EUA, ou seja, o Brasil importa mais do que exporta, por isso, não existem razões econômicas para a sanção das tarifas. Ele apontou ainda que as taxas encarecem a vida do cidadão americano, que já paga mais caro por alguns produtor brasileiros.

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