AGU bloqueia R$ 49 milhões de infratores ambientais na Amazônia

Punição pela destruição da mata também inclui a suspensão de incentivos fiscais e proibição de explorar a área desmatada

atualizado

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desmatamento no rio araguaia, em goiás
1 de 1 desmatamento no rio araguaia, em goiás - Foto: Foto: reprodução/PCGO

A advocacia-Geral da União (AGU) anunciou nesta segunda-feira (7/7) o bloqueio de bens no valor de R$ 49 milhões de quatro pessoas que seriam responsáveis pela destruição de pelo menos 2,6 mil hectares da floresta amazônica, no município de Lábrea, no Amazonas.

Na ação, a instituição alega que a área foi queimada entre os anos de 2004 e 2007 e, ainda, que mesmo após a área ter sido embargada pelo Ibama, ela continuou sendo utilizada da mesma forma.

A AGU também afirma que, durante esses quase quatro anos, o desmatamento ilegal causou severos danos florestais, incluindo a perda de biodiversidade de flora, de estoque de carbono e o comprometimento dos ciclos hidrológicos da floresta amazônica, além da perda de habitat para diversas espécies de fauna.

A decisão foi tomada pela 7ª Vara Federal Ambiental e Agrária da Seção Judiciária do Amazonas, que também proíbe os infratores de explorar, de qualquer modo, a área desmatada.

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