Advogado de Bolsonaro diz que nova testemunha conecta PT à facada

Em entrevista ao programa Aqui na Band, Frederick Wassef afirmou que um indivíduo esteve com Adélio Bispo no dia do crime

atualizado 11/05/2020 16:14

Advogado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Frederick Wassef afirmou nesta segunda-feira (11/05) que nova testemunha do caso Adélio Bispo o procurou para apresentar informações a respeito do atentado sofrido pelo mandatário da República. Em entrevista para o programa Aqui na Band, da rede Bandeirantes, o defensor do chefe do Executivo detalhou o que essa pessoa teria falado sobre o dia em que o então presidenciável foi atingido por uma facada.

“No dia do atentado, Adélio passou o tempo todo seguindo e monitorando Bolsonaro. Ele premeditou, com riqueza de detalhes. Quando preso, foram encontrados com ele dinheiro, cartão de crédito internacional, quatro celulares, notebook, que misteriosamente desapareceram após o crime”, pontuou Wassef.

Em seguida, o advogado contou que essa pessoa apresentada como nova testemunha “deteve fisicamente Adélio no dia do crime”.

“Ele esteve por um longo período a sós com Adélio e o gravou. Esses fatos são novos, mas não posso antecipar o que pretendemos fazer para não atrapalhar as investigações e para não advertimos os inimigos, aqueles que tentaram matar Jair Messias Bolsonaro, sobre a estratégia que está sendo implementada.”

“Existem outras testemunhas que me procuraram apavoradas, com medo de serem assassinadas, e me contaram coisas pavorosas”, prosseguiu Wassef, sem entrar em detalhes. O defensor do mandatário do país teceu duras críticas contra o inquérito da Polícia Federal sobre o caso. A PF concluiu que não houve um mentor do ataque e que Adélio era incapaz de responder por seus atos.

Quem está por trás disso é o PT, isso foi encomendado. Houve pagamento, houve premeditação para assassinar Bolsonaro. O que teria acontecido se o meu cliente tivesse falecido naquele dia? Hoje, o presidente do Brasil seria Fernando Haddad, aquele comunista socialista, que impôs à cidade de São Paulo andar a 50 km/h, proibindo o trânsito de veículos automotores”, disparou.

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