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Enviado especial a São Bernardo do Campo (SP) – Lula teve um mal súbito ao fim de seu discurso sobre o carro de som diante do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Concluído o compromisso de dar seu último recado à militância, foi atendido dentro do prédio por um amigo médico, que esteve ao seu lado desde a decretação da prisão pelo juiz federal Sérgio Moro.

Recuperado, teve apetite para encarar a última refeição antes de se entregar aos policiais federais encarregados de detê-lo. No cardápio, feijoada, farofa, vinagrete, salada e guaraná. Ao seu lado, à mesa da “última ceia” do ex-presidente ainda liberto, seus filhos e netos. Amigos do círculo próximo do petista também tiveram assento.

Segundo os interlocutores, Lula manteve o bom humor durante toda a refeição. Abraçou os comensais e dedicou a cada um palavras de conforto. Estava tranquilo. Após a despedida, ficou batendo papo com advogados e dirigentes do PT, repassando as últimas orientações. Estava pronto para a PF.

 

 

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almoçoprisão de Lulasindicato dos metalúrgicos
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