A 3ª teve: Previdência, protestos pela educação e Frota expulso do PSL

Processo administrativo disciplinar contra o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, é mantido pelo CNMP

Jefferson Rudy/Agência SenadoJefferson Rudy/Agência Senado

atualizado 13/08/2019 22:43

Nesta terça-feira (13/08/2019), os líderes do Senado fecharam um acordo para concluir a votação da reforma da Previdência no dia 2 de outubro. O primeiro turno da votação ocorrerá em 18 de setembro e o segundo turno, no dia 2 de outubro, de acordo com calendário definido em reunião.

Com isso, a promulgação da reforma da Previdência poderá ser feita entre 8 e 10 de outubro, de acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Os pontos incluídos por senadores serão convertidos em uma proposta paralela que irá para a Câmara.

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Por todo o país, servidores públicos, professores e estudantes se uniram Dia Nacional de Mobilização, Paralisações e Greves pela educação, que também foi marcado por protestos contra a reforma da Previdência. Os trabalhadores prometem esforços conjuntos para derrubar os cortes anunciados pelo governo Jair Bolsonaro (PSL) na área de educação.As categorias defenderam ainda a autonomia das universidades e são contrários ao programa Future-se, do Ministério da Educação (MEC).

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Até que demorou, mas eis que, nesta terça, o presidente Jair Bolsonaro deu provas de que não tolerará amotinados no PSL, legenda que conduz com mão de ferro: o ex-ator e deputado federal Alexandre Frota (SP) foi expulso do partido, após, com seus posicionamentos, desagradar a todas as lideranças do PSL. A gota d’água foi sua postura na votação da reforma da Previdência. Frota decidiu se abster na análise da proposta em segundo turno, contrariando a orientação do Planalto.

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