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As redes sociais estão cheias de posts dizendo que treinar em jejum é mais eficiente para o emagrecimento. Ao ler essas informações, muitos acabam adotando essa estratégia de treino. Mas é sempre bom ler estudos sérios sobre o assunto.

O pesquisador Antônio Paoli, por exemplo, avaliou a “queima de gordura” em pessoas que estavam em jejum e que foram alimentadas — o grupo realizou uma atividade aeróbia moderada na esteira por aproximadamente 35 minutos. O estudo revelou que não houve aumento da oxidação de gordura nas pessoas que fizeram a atividade em jejum.

Já Gillen realizou um estudo usando o HIIT (High Intensity Interval Training). Durante seis semanas o pesquisador acompanhou dois grupos de mulheres: um realizava o aeróbio em jejum e o outro após comer. O mesmo protocolo foi aplicado nas duas situações: 10 tiros de um minuto, correndo na velocidade acima de 90% da frequência cardíaca máxima, e um minuto recuperando.

Nesse estudo no qual foi utilizada uma atividade aeróbia de alta intensidade os dois grupos obtiveram os mesmos resultados:

  • Redução da gordura
  • Ganho de massa magra
  • Melhora da atividade da queima de gordura

Fica comprovado que realizar exercício em jejum, sendo a atividade moderada ou intensa não aumenta a queima de gordura. Sem falar que treinar em jejum aumenta a liberação de hormônios catabólicos, que diminuem massa muscular, e também aceleram a produção de hormônios cardioaceleredores que podem sobrecarregar o coração.

Sugiro que se alimente adequadamente e adote métodos de treinos de alta intensidade para potencializar a queima de gordura.

Bem-estarFitnessSaúde
 




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