Vulcão em que Juliana Marins morreu é considerado um portal sagrado
Juliana Marins caiu durante trilha no vulcão Rinjani e foi encontrada morta após cinco dias. O corpo foi resgatado nesta quarta-feira (25/6)
atualizado
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Juliana Marins foi encontrada morta após cair durante trilha no vulcão Rinjani, localizado na ilha de Lombok, na Indonésia. O local é considerado sagrado por diversas comunidades indígenas e considerado uma morada de espírito ancestrais, o que o torna um local de adoração e reverência.
A tribo Sasak, residente em Lombok, e outros moradores da região, realizam rituais no cume ou no lago da cratera. As lendas e os mitos do monte são a base da cosmologia da tribo.
O Rinjani é considerado um portal entre o mundo físico e espiritual, sendo um símbolo do ciclo da vida, morte e renascimento. O povo acredita que ali há espíritos protetores que aliviam as dores e trazem paz de espírito.
O lago Segara Anak, que fica ao redor do vulcão, é cercado por rochas vulcânicas e também considerado sagrado. O nome significa “filho do mar”, em indonésio, e há uma crença local de que as águas sejam uma “cria” do mar. A tribo considera que o local conta com um poder de cura.










