Mulher morta em hospital e assassino serão velados no mesmo dia em cemitério do DF

Cerimônias acontecem nesta quarta-feira (15/9), dois dias após o assassinato de Shirley Rubia Gertrudes pelo ex companheiro Rafael Rodrigues

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Arquivo Pessoal
Shirley E Rafael, antes de o ex-companheiro matar a jovem, dentro de um hospital em Ceilândia
1 de 1 Shirley E Rafael, antes de o ex-companheiro matar a jovem, dentro de um hospital em Ceilândia - Foto: Arquivo Pessoal

Vítima de um assassinato brutal, Shirley Rúbia Gertrudes, 39 anos, será velada e sepultada nesta quarta-feira (16/9), no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. A poucos metros da capela onde a família da segurança estará reunida, se despedindo dela, Rafael Rodrigues Manoel, 35, ex-companheiro dela, também será velado. Ele é o autor das facadas que tiraram a vida da moça. Após o crime, cometeu suicídio.

As cerimônias acontecem nesta quarta-feira. O velório de Shirley está previsto para começar às 8h, na capela 9, enquanto o de Rafael se inicia uma hora mais tarde na capela 1. Ambas as despedidas têm previsão para durar 2 horas. Os sepultamentos estão marcados para ocorrer às 10h30 e 11h30, respectivamente.

Mulher morta em hospital e assassino serão velados no mesmo dia em cemitério do DF - destaque galeria
8 imagens
O companheiro dela, identificado como Rafael, cometeu suicídio após matar a jovem
Shirley foi atacada dentro do Hospital São Francisco de Assis, em Ceilândia
Vítima e assassino mantinham várias fotos juntos nas redes sociais
Shirley Rúbia foi atacada a golpes de faca
Nas redes sociais, a jovem fazia postagens que combatiam a violência doméstica
Shirley Rúbia tinha 39 anos
1 de 8

Shirley Rúbia tinha 39 anos

Arquivo Pessoal
O companheiro dela, identificado como Rafael, cometeu suicídio após matar a jovem
2 de 8

O companheiro dela, identificado como Rafael, cometeu suicídio após matar a jovem

Arquivo Pessoal
Shirley foi atacada dentro do Hospital São Francisco de Assis, em Ceilândia
3 de 8

Shirley foi atacada dentro do Hospital São Francisco de Assis, em Ceilândia

Arquivo Pessoal
Vítima e assassino mantinham várias fotos juntos nas redes sociais
4 de 8

Vítima e assassino mantinham várias fotos juntos nas redes sociais

Arquivo Pessoal
Shirley Rúbia foi atacada a golpes de faca
5 de 8

Shirley Rúbia foi atacada a golpes de faca

Arquivo Pessoal
Nas redes sociais, a jovem fazia postagens que combatiam a violência doméstica
6 de 8

Nas redes sociais, a jovem fazia postagens que combatiam a violência doméstica

Arquivo Pessoal
Shirley chegou a ser socorrida, mas não resistiu
7 de 8

Shirley chegou a ser socorrida, mas não resistiu

Arquivo Pessoal
A jovem deixa uma filha, de 4 anos
8 de 8

A jovem deixa uma filha, de 4 anos

Arquivo Pessoal
O caso

Shirley e Rafael acompanhavam a filha numa consulta pediátrica no Hospital São Francisco, na Ceilândia Norte. Após um desentendimento, o homem se dirigiu ao carro, retornou ao consultório e desferiu vários golpes contra a ex-companheira, em frente a filha deles, de 4 anos, e ao médico que realizava a consulta.

Após o crime, Rafael fugiu e cometeu suicídio, dentro de casa, em Samambaia, com um tiro na cabeça. Além da filha que tiveram juntos, Shirley também tinha outro filho, mais velho, fruto de um relacionamento antigo.

Desolados, familiares ainda não decidiram quem ficará com a guarda das crianças, uma vez que os avós paternos já possuem idade avançadas e os maternos, faleceram.

“Se algo acontecer, foi ele”

Meses atrás, após o término do relacionamento, a vítima teria dito a familiares que estava sendo perseguida por Rafael.

Segundo a irmã de Shirley, Girlene Cristine Gertrudes, 46, a moça estava saindo do hospital onde trabalhava, na Asa Norte, mais tarde do que o de costume. Em algumas situações, ela teria visto Rafael, de longe, a observando.

“Nos últimos dias, ela tava fazendo um ‘extra’ e saindo muito tarde”, conta a irmã. “Nisso, disse que já tinha visto ele umas duas vezes perto do trabalho e falou que, se algo acontecesse com ela, era para chamar a polícia que seria ele”, detalhou Girlene.

Apesar do sinal de alerta, a família de Shirley jamais imaginou que o caso pudesse terminar em feminicídio. “Era muito trabalhador, um paizão”, revela Girlene, ainda surpresa, ao falar do ex-cunhado. “Perder a irmã caçula deixou um buraco que a ficha ainda não caiu”, finalizou.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNotícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?