Vinho é uma delícia! Mas, como a garrafa, tudo chega ao fim

Está é a despedida de Vinho & Outras Histórias: fica meu muito obrigado a todos que dividiram a bebida com a gente

Filipe Cardoso/Especial para o MetrópolesFilipe Cardoso/Especial para o Metrópoles

atualizado 07/02/2020 7:28

O vinho vem sendo mencionado desde o texto mais antigo que se tem notícia, Gilgamesh, de 1800 aC.

Aparece nos hieróglifos egípcios e foi citado pelos filósofos gregos, sendo que, apenas na década de 1290, foi impresso o primeiro livro a falar sobre vinho, o Liber de Vinis, do espanhol Arnaldus Villanova, médico e professor da Universidade de Montpellier, França.

No Brasil, principalmente após os anos 1980 do século 20, vários autores vieram se dedicando a escrever sobre o vinho, como Saul Galvão, Aguinaldo Záckia Albert, Sérgio Inglez de Sousa, Didu Russo e Sérgio de Paula Santos. E, como um penetra na festa, aqui estou eu escrevendo também sobre o tema.

Devido à reformulação em todas as linhas editoriais pelas quais o Metrópoles está passando, esta é uma despedida deste espaço. Uma coluna de agradecimento a todos que me permitiram chegar até aqui e a todos que a leram. Também sou grato aos comentários, sugestões e críticas que recebi.

Da mesma forma que abrimos um livro para ler, chega o momento de o fechar após a última página.

Alguém falou em livro? Bem, já que surgiu este assunto, quero anunciar que, em breve, lançarei um com os textos aqui publicados e outros inéditos.

Vamos nos encontrar em outros projetos. Até breve!

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