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O turismo movimenta a economia das cidades, mas, para alguns lugares da Europa, serviços mais baratos de hospedagem, como o Airbnb, não são vantajosos. Paris, Amsterdã, Madrid, Barcelona, Bruxelas, Cracóvia, Viena e Reikjavik se juntaram para pedir mudanças nessas plataformas de viagem.

Representantes desses locais preparam uma carta para ser enviada a um encontro em Bruxelas. Nela, eles expõem a insegurança e os danos promovidos pelo Airbnb nas cidades e pedem que os anfitriões das casas sejam registrados.

O documento expressa também o desejo de se manter um equilíbrio entre o número de visitantes e moradores, porque está acontecendo uma “saturação de turistas”. Londres e Berlim ainda não se manifestaram sobre o assunto, mas foram convidadas a participar do debate.

Outro problema de grandes cidades europeias, como Paris, com o Airbnb, é oferecer estadias por mais de 120 dias por ano, o que é ilegal. Na capital francesa, a plataforma só mudou a norma em quatro dos 20 bairros. Em Barcelona, alugar uma casa inteira sem a presença do proprietário só é permitido pela lei se o estabelecimento for classificado como hotel.



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