1 de 1 Mulher de roupas azul claro sentada em uma cadeira
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A Inglaterra elaborou um plano para assegurar o bem-estar da realeza britânica caso um míssil nuclear da Rússia, em guerra com a Ucrânia, atinja o país.
Segundo o The Sun, caso o pior aconteça, a rainha Elizabeth II e os príncipes Charles e William serão escondidos em bunkers secretos espalhados pelo Reino Unido ao lado de suas famílias. O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, também terá direito à mesma proteção.
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A rainha Elizabeth II foi a chefe da Coroa britânica de 1952 a 2022. Ela morreu com 96 anos e permaneceu no trono por mais tempo do que qualquer outro monarca britânico
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Philip, duque de Edimburgo, foi o marido da rainha Elizabeth II de 1952 até a morte dele, no início de 2021. Ele era o homem mais velho da história da família
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A rainha Elizabeth e o príncipe Philip tiveram quatro filhos: Charles, Anne, Andrew e Edward
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O rei Charles III, 73, é o atual monarca do Reino Unido. Filho mais velho e herdeiro da rainha Elizabeth II e do príncipe Philip, ele foi casado com a princesa Diana, com quem teve dois filhos
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Diana, princesa de Gales, foi membro da família real britânica entre 1981 e 1996, enquanto durou seu casamento com Charles. Ela morreu em 1997, aos 36 anos
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O rei Charles III se casou com a rainha consorte, Camilla, em 2005
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Príncipe William é o filho mais velho de Charles e da falecida Diana, sendo, assim, o primeiro na linha de sucessão ao trono britânico
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Kate Middleton é a esposa do príncipe William, duque de Cornwall e Cambridge. O casal tem três filhos: George, Charlotte e Louis
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Príncipe Harry é o filho mais novo de Charles e Diana. Em 2020, ele anunciou a saída como membro ativo da família real com a sua esposa, Meghan Markle
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Meghan Markle é uma ex-atriz americana e atual esposa do príncipe Harry, duque de Sussex. O casal possui dois filhos: Archie e Lilibet
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Anne Elizabeth é a única filha da rainha Elizabeth II e do príncipe Philip, duque de Edimburgo. Ela é irmã do rei Charles III e possui dois filhos
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Peter Mark é o filho da princesa Anne com o seu primeiro marido, Mark Phillips. Ele é o neto mais velho da rainha Elizabeth II
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Zara Tindall é filha da princesa Anne e do capitão Mark Phillips. A atleta é irmã mais nova do Peter
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Andrew Albert é o terceiro filho da rainha Elizabeth II e do príncipe Philip. Ele possui duas filhas: Beatrice e Eugenie
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Beatrice Mary é a filha mais velha de Andrew e irmã de Eugenie. A jovem casou-se em 2020
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Eugenie Victoria é a filha mais nova de Andrew. Ela e a irmã Beatrice são netas da rainha Elizabeth e do príncipe Philip
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Edward é o quarto e mais novo filho da rainha Elizabeth II e do príncipe Philip. Ele tem dois filhos: Louise e Jaime
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Louise Windsor é a filha mais velha e única menina do príncipe Edward. Ela é uma das netas da rainha Elizabeth II e do príncipe Philip
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James Alexander é o segundo filho do príncipe Edward e irmão da Lady Louise. Ele é o neto mais novo da rainha Elizabeth II e do príncipe Philip
Uma estratégia similar foi usada pela potência europeia no período da Guerra Fria. Chefes de Estado ingleses receberam abrigo em um bunker com espaço suficiente para centenas de pessoas, suplementos e equipamentos de comunicação ao sudeste do país. O esconderijo, no entanto, não será usado novamente, uma vez que sua localização foi descoberta há décadas.
A relação conturbada entre Rússia e Ucrânia, que desencadeou conflito armado, tem deixado o mundo em alerta para uma possível grande guerra
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A confusão, no entanto, não vem de hoje. Além da disputa por influência econômica e geopolítica, contexto histórico que se relaciona ao século 19 pode explicar o conflito
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A localização estratégica da Ucrânia, entre a Rússia e a parte oriental da Europa, tem servido como uma zona de segurança para a antiga URSS por anos. Por isso, os russos consideram fundamental manter influência sobre o país vizinho, para evitar avanços de possíveis adversários nesse local
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Isso porque o grande território ucraniano impede que investidas militares sejam bem-sucedidas contra a capital russa. Uma Ucrânia aliada à Rússia deixa possíveis inimigos vindos da Europa a mais de 1,5 mil km de Moscou. Uma Ucrânia adversária, contudo, diminui a distância para pouco mais de 600 km
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Percebendo o interesse da Ucrânia em integrar a Otan, que é liderada pelos Estados Unidos, e fazer parte da União Europeia, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ameaçou atacar o país, caso os ucranianos não desistissem da ideia
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Uma das exigências de Putin, portanto, é que o Ocidente garanta que a Ucrânia não se junte à organização liderada pelos Estados Unidos. Para os russos, a presença e o apoio da Otan aos ucranianos constituem ameaças à segurança do país
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A Rússia iniciou um treinamento militar junto à aliada Belarus, que faz fronteira com a Ucrânia, e invadiu o território ucraniano em 24 de fevereiro
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Por outro lado, a Otan, composta por 30 países, reforçou a presença no Leste Europeu e colocou instalações militares em alerta
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Apesar de ter ganhado os holofotes nas últimas semanas, o novo capítulo do impasse entre as duas nações foi reiniciado no fim de 2021, quando Putin posicionou 100 mil militares na fronteira com a Ucrânia. Os dois países, que no passado fizeram parte da União Soviética, têm velha disputa por território
AFP
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Além disso, para o governo ucraniano, o conflito é uma espécie de continuação da invasão russa à península da Crimeia, que ocorreu em 2014 e causou mais de 10 mil mortes. Na época, Moscou aproveitou uma crise política no país vizinho e a forte presença de russos na região para incorporá-la a seu território
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Desde então, os ucranianos acusam os russos de usar táticas de guerra híbrida para desestabilizar constantemente o país e financiar grupos separatistas que atentam contra a soberania do Estado
Will & Deni McIntyre/ Getty Images
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O conflito, iniciado em 24 de fevereiro, já impacta economicamente o mundo inteiro. Na Europa Ocidental, por exemplo, países temem a interrupção do fornecimento de gás natural, que é fundamental para vários deles
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Embora o Brasil não tenha laços econômicos tão relevantes com as duas nações, pode ser afetado pela provável disparada no preço do petróleo
Vinícius Schmidt/Metrópoles
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