Praia paraíso dos surfistas já foi o lar de uma “lhama” nos anos 1980
Em uma época em que a região ainda era pouco ocupada, o animal chamava a atenção por cuspir e morder o calcanhar de quem passava na trilha
atualizado
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Uma “lhama” circulando pelas trilhas da Praia Mole, em Florianópolis, parece improvável hoje, mas fez parte da paisagem da praia no início dos anos 1980. Em uma época em que a região ainda era pouco ocupada, o animal andava solto pelo costão e chamava a atenção por cuspir e morder o calcanhar de quem cruzava a trilha até a praia.
Apesar de ser parecido com uma lhama, o animal era na verdade um guanaco — uma espécie ancestral da lhama, mas menor, mais esguio, com pelagem marrom-avermelhada. O guanaco (Lama guanicoe) é um dos quatro camelídeos sul-americanos ainda existentes e, ao contrário da lhama e da alpaca, nunca foi domesticado.
Em Florianópolis, porém, o guanaco recebeu o nome de Zé. Ele chegou à Praia Mole ainda filhote, trazido por um casal de portugueses que haviam feito uma viagem de Kombi pela América do Sul.
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