Por que este peixe popular e barato merece entrar na sua alimentação
Segundo a nutricionista Cibele Santos, este peixe é uma das melhores fontes de nutrientes essenciais disponíveis no mercado
atualizado
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Pequena no tamanho, mas “gigante” na saúde, a sardinha é um superalimento que merece entrar na sua alimentação. Também conhecida como manjuas, é uma das melhores fontes de nutrientes essenciais disponíveis no mercado.
Principais benefícios nutricionais da sardinha
- Ômega-3: essencial para a saúde cardiovascular e cerebral.
- Cálcio e vitamina D: fonte de nutrientes fundamentais para a saúde óssea.
- Proteína de alto valor biológico: auxilia na manutenção da massa muscular e na saciedade.
- Vitamina B12: importante para a energia e o sistema nervoso.
“Por ser um peixe pequeno e da base da cadeia alimentar, a sardinha tem baixíssimos níveis de contaminação por metais pesados (como mercúrio), ao contrário de peixes grandes”, explica a nutricionista Cibele Santos.

Sardinha fresca X enlatada
Muitas pessoas têm dúvidas acerca da diferença entre sardinha fresca e enlatada. Segundo Cibele, a fresca tem o sabor mais suave e menor teor de sódio.
Já a enlatada é mais prática. “O processo de pressão torna os ossos comestíveis, aumentando o cálcio”, explica a nutricionista.
Ela recomenda optar pela sardinha em óleo porque a substância ajuda a preservar o ômega-3 do peixe. Antes de consumir, a orientação é escorrer bem o excesso para não aumentar as calorias.

Quantidade ideal de consumo
Para obter os benefícios cardioprotetores e cognitivos, a profissional recomenda consumir o peixe de 2 a 3 vezes por semana.
Em relação à porção, o ideal é ingerir cerca de 100 gramas, aproximadamente uma lata ou 2 a 3 unidades pequenas frescas.
“Além do tradicional ‘pão com sardinha’, você pode comer sardinha em patês com iogurte natural e ervas (como manjericão ou salsinha), saladas mornas com grão-de-bico ou em recheio de tortas integrais ou omeletes”, conclui a nutricionista Cibele Santos.
