Mulher de 59 anos é a guardiã do Atol das Rocas, o único do Brasil
Veja como é a vida e a rotina de Maurizélia de Brito, a responsável por proteger a área e que vive praticamente sozinha na natureza
atualizado
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O Atol das Rocas é uma das paisagens mais singulares do país. Formado por recifes e pequenas ilhas cercadas por águas cristalinas, ele funciona como um berçário natural para diversas espécies. Seu isolamento contribui para a manutenção de um ambiente equilibrado e praticamente intocado.
A proteção dessa área está nas mãos de Maurizélia de Brito. Há décadas, ela acompanha de perto os ciclos naturais do atol, dedicando-se à conservação e ao monitoramento das espécies que dependem da reserva para sobreviver.
A força da biodiversidade em um espaço pequeno
Mesmo com sua área reduzida, o atol abriga milhares de aves marinhas que usam o local como parada obrigatória. A maior colônia de atobá-mascarado do Brasil está ali, convivendo com outras espécies que encontram refúgio nas pequenas porções de terra que emergem com a maré.
Nos recifes, a vida pulsa. Tubarões, tartarugas, peixes e outros animais aproveitam o ambiente protegido para se alimentar, descansar e completar seus ciclos. Esse equilíbrio só é possível graças à ausência de pressões humanas e à manutenção da área como reserva integral.
Rotina moldada pela natureza
A vida no atol exige constante adaptação. O acesso é limitado e depende de condições exatas, o que torna cada ida e vinda uma operação delicada. Na base de apoio, os recursos são mínimos, exigindo controle rigoroso e planejamento.
Zelinha vivenciou esse cotidiano repetidas vezes, aprendendo a respeitar o tempo da natureza. O vento, as marés e a fauna se tornam parte da rotina, influenciando decisões e moldando a dinâmica do trabalho.
Leia a matéria completa no Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.
