Lívia Andrade troca treinos por procedimento estético no bumbum
Lívia Andrade revelou que não frequenta a academia e disse que prefere apostar em bioestimulação no bumbum; entenda como funciona a técnica
atualizado
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Lívia Andrade revelou alguns segredos da beleza após curtir uma viagem à Bahia. A apresentadora contou que tem o corpo natural, mas é adepta a procedimentos estéticos. Além disso, ela contou que não frequenta academia há mais de dez anos e que nunca teve prazer em treinar.
“A única coisa que eu faço no bumbum é bioestimulador de colágeno. Maravilhoso, tá, gente?! Custa caro, mas é o que dá sustentação pra gente. Durante um ano, você tem que fazer algumas sessões para manter, mas eu gosto da forma do meu corpo do jeito que ele é”, explicou em uma entrevista.

O que é bioestimulador no glúteo
A bioestimulação no glúteo viralizou recentemente, com famosos realizando o procedimento pensando no verão e no Carnaval. O médico cirurgião Roberto Chacur explica que a técnica age de dentro para fora de maneira mais intensa do que suplementos orais.
“Produtos à base de hidroxiapatita de cálcio estimulam a produção dos colágenos tipo I e III, que são fundamentais para firmeza, densidade e sustentação da pele. Esse estímulo pode durar mais de um ano, melhorando a saúde do tecido”, comenta ao Metrópoles.
Chacur também destaca que a resposta biológica é o que gera o efeito visual de pele mais firme e contorno mais definido, especialmente em regiões como glúteos e coxas.
“O bioestimulador melhora a pele. Ele não cria músculo, não aumenta a força, não melhora o condicionamento físico e não substitui o estímulo mecânico que o exercício promove”, afirma o expert.

Além disso, o procedimento costuma ser feito junto com um protocolo de estimulação na musculatura e das funções metabólicas. Segundo ele, a confusão acontece porque uma pele mais firme pode dar a sensação de mudança corporal global, quando, na prática, trata-se de uma melhora estética localizada.
O médico associa o crescimento da procura desses procedimentos por pessoas que não se identificam com a academia, mas estão atrás de alternativas estéticas.
“Buscar melhora da pele é legítimo. O ponto é entender que colágeno e exercício físico não concorrem entre si. Um melhora a qualidade do tecido cutâneo; o outro atua sobre músculo, metabolismo e saúde geral”, salienta o médico cirurgião.
