Jovem vende cartas Pokémon para pagar cirurgia da irmã, mas perde tudo
Homem de 24 anos havia perdido todo o dinheiro no banheiro de uma loja na Flórida, mas operário honesto passou dias procurando o dono
atualizado
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Um jovem de 24 anos abriu mão de sua infância ao vender toda a sua coleção de cartas de Pokémon por US$ 30.023 (R$ 150.402) para pagar um procedimento médico para a irmã mais nova. Poucas horas depois de fechar o negócio, porém, o desespero tomou conta do rapaz: ele esqueceu a pochete com todo o dinheiro no banheiro de uma loja Wawa, na Flórida.
O que parecia uma tragédia familiar transformou-se em um reencontro emocionante no dia 7 de maio, quando o operário da construção civil Luis Salazar, que havia encontrado a quantia no dia 3 de maio, devolveu cada centavo ao jovem após passar dias tentando rastreá-lo. O caso já havia viralizado apenas pela atitude de Luis, que encontrou e devolveu o dinheiro, mas a história por trás dos valores dentro da pochete tornou tudo ainda mais emocionante.
Entenda
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O sacrifício pelo amor: para ajudar a custear o procedimento médico de sua irmã mais nova, o jovem decidiu se desfazer de sua coleção de Pokémon de infância, arrecadando US$ 30.023 em dinheiro vivo.
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O sumiço do dinheiro: poucas horas após o negócio, o rapaz esqueceu a pochete transbordando de notas no banheiro de uma loja e só percebeu a perda quando já estava a um condado de distância.
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A busca do operário: o trabalhador Luis Salazar encontrou o dinheiro e, guiado apenas pela vaga lembrança da roupa de um estranho, passou o resto da semana tentando localizar o dono da pochete.
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O reencontro em lágrimas: o irmão desesperado ligou para a polícia e, no dia 7 de maio, encontrou Salazar na delegacia, onde caiu em prantos e abraçou o operário ao receber o dinheiro de volta.
O desespero do jovem ao perceber que o sacrifício feito pela irmã havia sumido foi imediato.
“Eu pensei: ‘Meu Deus, meu dinheiro sumiu. Fiquei sem nada. Não sei o que vou fazer'”, relembrou ele em entrevista à WPBF.
O sofrimento da família terminou graças à persistência e à honestidade de Salazar. Ao receber a pochete de volta na delegacia com cada centavo contabilizado, o irmão mais velho não conteve a emoção, chorou e abraçou o operário.

Mesmo diante do impacto de sua boa ação, Salazar recusou os elogios e até um convite para jantar feito pelo jovem aliviado. “30 mil dólares é ótimo, mas não é meu para ficar. Eu gosto de ganhar meu próprio dinheiro. Eu apenas fiz a coisa certa. Não preciso ser colocado em um pedestal”, insistiu o trabalhador.
Livre do pesadelo de ter perdido o tratamento da irmã, o dono da coleção entregou todo o dinheiro a ela alguns dias depois. Ele optou por não especificar o tipo de procedimento médico que a jovem precisava realizar.