Escultor de obras-primas, Sergio Camargo fez parceria com Niemeyer e marcou arte do DF
Obras inéditas de Sergio Camargo serão exibidas no Teatro Nacional em exposição gratuita realizada pelo Metrópoles
atualizado
Compartilhar notícia

O Metrópoles celebra o poder da arte ao apresentar uma das exposições mais marcantes já dedicadas ao genial escultor Sergio Camargo — que transformou a matéria em poesia, fazendo da luz e da forma uma linguagem de pura emoção. Desta vez, sua obra ganha vida em um cenário que reflete sua grandeza: o Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional de Brasília. A mostra, com entrada gratuita, abre ao público no dia 10 de dezembro, convidando todos a mergulhar em um universo de beleza e contemplação.
Transparência – Projeto É Pau, É Pedra – Sergio Camargo
Revigorado para o sucesso do Metrópoles Catwalk, o espaço se transforma mais uma vez em palco para o encantamento. As esculturas de Camargo, marcadas por volumes sensuais e jogos de luz hipnotizantes, dialogam com a arquitetura monumental de Brasília. É um encontro entre arte e cidade — que desperta sentidos e reafirma a força da criação artística.
Mais do que um escultor, Sergio Camargo tem relação próxima com Brasília. Apesar de não ter vivido na capital, sua obra dialoga profundamente com a estética e o espírito modernista que moldaram a capital. Assim como os traços de Oscar Niemeyer e as linhas de Lucio Costa, o trabalho de Camargo reflete a busca por equilíbrio entre forma, luz e espaço.

Marcello Dantas, curador da mostra, revela que Sergio Camargo colaborou com Oscar Niemeyer na criação do painel escultórico do Palácio do Itamaraty, em Brasília, inaugurado em 1967.
“Essa obra monumental, composta por relevos de mármore branco, é um dos marcos da integração entre arte e arquitetura no modernismo brasileiro”, destaca o profissional.


Dantas explica que o painel ocupa a parede principal do salão nobre e se transforma ao longo do dia, conforme a luz natural percorre seus planos e suas sombras. “É um diálogo exemplar entre dois criadores que partilhavam a mesma crença na síntese entre forma, espiritualidade e futuro — o escultor da luz e o arquiteto da curva.”
A obra reflete a marca de Camargo: a ênfase no jogo de luz e sombra, no volume e na interação da escultura com o espaço arquitetônico.
A exposição marca mais um movimento do Metrópoles em seu compromisso de incentivar a cena cultural brasileira. O veículo segue realizando eventos de arte, moda, esporte e música, elevando seu papel como um dos principais impulsionadores da cultura.
A partir de 10 de dezembro, o público é convidado a mergulhar em uma experiência artística profunda e sensorial, que permanecerá em cartaz até 25 de fevereiro. O cenário escolhido não poderia ser mais simbólico: o mesmo espaço que vibrou com o brilho e a energia do Metrópoles Catwalk — o Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional de Brasília.
Serviço
Exposição “É Pau, é Pedra…”, de Sergio Camargo, realizada pelo Metrópoles
Visitação de 10 de dezembro a 25 de fevereiro, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional










