Dieta da longevidade: o que comer e o que evitar para viver mais
Ao Metrópoles, nutricionista destaca como uma dieta rica em nutrientes ajuda na saúde mental, previne doenças e promove felicidade
atualizado
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Quem não deseja alcançar – ou mesmo ultrapassar – a marca dos 100 anos de vida? Diante de uma população cada vez mais ativa, produtiva e preocupada com a tal longevidade, buscar estratégias que garantam bem-estar físico e emocional é essencial. Uma delas, e talvez uma das mais importantes, está relacionada ao que vai ou não ao prato.
Segundo a nutricionista Cibele Santos, a alimentação tem um impacto direto na saúde emocional e mental com o passar da idade. “Uma dieta equilibrada, rica em nutrientes, pode estimular a produção de neurotransmissores como a serotonina, que influencia o humor, o sono e até o apetite. Isso ajuda a reduzir o risco de depressão, ansiedade e problemas cognitivos”, afirma.
Frutas, legumes, verduras e grãos integrais são aliados fundamentais para garantir energia, saúde intestinal e prevenir doenças crônicas. Já alimentos como peixes, nozes e sementes são fontes importantes de gorduras saudáveis e ômega 3, substância que contribui para a memória e a saúde cerebral, além de ajudar a evitar o Alzheimer.
A nutricionista reforça que a alimentação, sobretudo com o passar da idade, deve ser planejada com atenção. “Além de ajudar na prevenção de doenças como diabetes e problemas cardíacos, uma boa dieta melhora o humor, aumenta a disposição e fortalece o sistema imunológico. Isso tudo influencia diretamente na qualidade de vida e na sensação de felicidade do idoso”, explica.
Laticínios com baixo teor de gordura, ovos e alimentos ricos em vitamina D completam o cardápio da longevidade e do bem-estar. Quando o intestino funciona bem, o corpo responde melhor, inclusive no aspecto emocional. “A saúde intestinal tem relação direta com o equilíbrio emocional, então uma alimentação rica em fibras e probióticos é essencial”, destaca a nutricionista.














