Descubra outras famosas que já revelaram sofrer de alopecia
Além da cantora Maiara, outras famosas já revelaram ter sofrido com a condição da alopecia androgenética
atualizado
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Recentemente, a cantora Maiara, comentou sobre a alopecia androgenética e trouxe visibilidade a uma condição comum, progressiva e muitas vezes silenciosa entre as mulheres. Especialistas alertam que identificar os sinais precocemente e iniciar o tratamento adequado pode fazer diferença no controle da queda capilar e na preservação da autoestima.
Além da cantora, outros famosos já revelaram que sofrem de alopecia. Confira:
- Gretchen — A cantora também revelou que lida com uma alopecia progressiva, percebendo que os fios vêm caindo com o tempo. Ela já foi vista com a cabeça raspada e comentou que, sem transplante, a condição tende a se agravar. Apesar disso, Gretchen disse estar tranquila com seu visual.

- Juliette Freire — A campeã do Big Brother Brasil 21 contou que tem calvície feminina e que, desde criança, notou que tinha menos cabelo em algumas áreas do couro cabeludo. Juliette já passou por tratamento com terapia a laser para estimular o crescimento dos fios e também mencionou que quer evitar maiores danos causados por ferramentas de calor como chapinha e secador.

- Deborah Secco — A atriz revelou que também foi diagnosticada com alopecia androgenética. Ela afirmou que sempre teve fios finos, comparando-os aos de um bebê, e explicou que a profissão — com frequência de coloração e uso de megahair — contribuiu para o desgaste dos cabelos.

- Xuxa Meneghel — A apresentadora já falou abertamente sobre sua condição e até confessou que pensa em raspar a cabeça por causa da alopecia androgenética, que causa queda e afinamento dos cabelos. Xuxa disse que sua mãe também ficou careca e que ela tem “pouco cabelo” e entradas no couro cabeludo, além de afirmar que, mesmo com tratamentos, acredita que um dia ficará carequinha a menos que recorra a um implante capilar.

Alopecia
A terapeuta capilar Letícia Figueiredo, explicou ao Metrópoles que os primeiros sinais da alopecia androgenética em mulheres nem sempre são evidentes. O quadro costuma começar com o alargamento da risca central, especialmente no topo da cabeça, além da perda gradual de densidade e do afinamento progressivo dos fios. “A mulher percebe o rabo de cavalo mais fino e o couro cabeludo aparecendo com mais facilidade sob a luz”, explica.
Ao contrário do que muitos imaginam, a condição não está necessariamente ligada ao excesso de hormônios. Na maioria dos casos, trata-se de uma sensibilidade genética do folículo capilar aos andrógenos. Essa predisposição faz com que determinados folículos entrem, ao longo do tempo, em um processo de miniaturização: o ciclo do cabelo se encurta, o fio cresce menos, torna-se mais fino e frágil, reduzindo gradualmente a densidade capilar.

Entre as abordagens com melhor evidência científica estão o uso de minoxidil tópico, terapias médicas com ação hormonal — sempre sob acompanhamento dermatológico —, laser de baixa intensidade, microagulhamento e o PRP (plasma rico em plaquetas), geralmente como terapias associadas.
