Cinco sinais que podem indicar uma traição

Embora cada caso seja algo pessoal, existem alguns indícios que podem levantar suspeitas. Veja quais

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atualizado 13/02/2020 15:24

O celular toca e, rapidamente, seu parceiro se movimenta para esconder de quem é a chamada? Os jantares, antes frequentes, passaram a ficar cada vez mais escassos? E as brigas, estão mais recorrentes? Para especialistas, embora cada caso seja único e demande uma avaliação individualizada, existem alguns sinais que podem indicar uma possível traição.

A preocupação não é à toa. Cerca de 60% dos brasileiros, por exemplo, já admitiram que só realizam fantasias sexuais com amantes. E a situação pode se agravar nessa época do ano. Em pesquisa, o portal Second Love constatou que os casos de traição aumentam em 45% no verão. Aproximadamente 55% dos usuários garantem que, durante as férias, têm mais propensão a pular a cerca.

Segundo a psicóloga Sirlene Ferreira, os indícios de que houve um caso extraconjugal podem ser claros, ou levar anos para serem compreendidos.

“Um casamento no qual o casal está desconectado, não há mais admiração e interesse um pelo outro, e é sabido que ambos estão insatisfeitos, pode resultar em infidelidade. Isso não determina que a traição precisa acontecer, mas nos mostra que a saúde do relacionamento vai mal”, pondera.

Veja alguns comportamentos suspeitos:
  • O casal está desconectado, e não há mais admiração um pelo outro. Nesse processo, é comum que os diálogos sejam vazios, limitando-se ao mínimo de convívio possível;
  • O infiel passa a tratar o parceiro com indiferença. O que antes era um diferencial na rotina, como almoços, jantares, passeios e viagens, começam a se tornar cada vez mais escassos;
  • Há um aumento excessivo no cuidado com a aparência;
  • Algumas brigas surgem sem motivo, além de acusações sem sentido se tornarem frequentes;
  • Rastros de conversas em redes sociais ou ligações são apagados. Há, também, um cuidado maior com o smartphone, deixando o aparelho longe do alcance do companheiro.
    Fontes: Lia Clerot e Sirlene Ferreira, psicólogas

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