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Pode parecer história pra boi dormir, mas houve um tempo em que os doces, embutidos, conservantes, enlatados e outras “besteiras” eram figurinhas carimbadas na rotina alimentar das crianças.

Considerados “vilões” e constantemente introduzidos nas lancheiras, alguns itens não podem ser encontrados nos dias de hoje. Também, se alguma mãe for vista colocando refrigerante na mamadeira do filho será facilmente chamada de negligente.

Para mostrar que não foi sonho, reunimos alguns alimentos (?) que os pais compravam e os filhos comiam.

  • Pitchula
    A embalagem do refrigerante tinha o tamanho ideal para caber nas lancheiras. Isso mesmo, os pequenos levavam o liquido gaseificado para o lanche escolar. Acalme seu coração, vem muito mais por aí.

 

    • Cereais matinais
      Não estamos falando de grãos saudáveis integrais que equilibram o intestino, granola e afins, nem nada disso. É Sucrilhos mesmo. Chocolate, colorido – que outra melhor forma para descrever o Froot Loops? Era tudo, menos fruta – todos com bastante açúcar. Cáries? Quem pensava nisso?

 

  • Micos, Fandangos, Xilitos, Cebolitos e por aí vai… 
    Opções não faltavam. Os salgadinhos chips reinavam entre a criançada. Tinha para todos os gostos: queijo, presunto, bacon, cebola, tomate com orégano. E daí que as iguarias eram cheias de corantes e sabores artificiais? Bom mesmo era ficar com a boca toda amarela e os dedos grudentos.

 

    • Toddynho 
      O rei dos achocolatados. Tinha Nescau, Toddy, mas nada vencia o imbatível Toddynho. Se algum coleguinha pedia um gole da bebida (de 200 ml) dava até briga. Os adultos de hoje são as crianças de ontem, por isso, ele não entrou em extinção. Para o público que cresceu tomando o chocolate, ele aumentou e ganhou uma versão de 270ml e a opção light.
    • Biscoito recheado
      Já estamos vendo algumas mães morrendo com essa informação. Sim, os pequenos se alimentavam com isso. No café da manhã, lanche escolar, lanche da tarde ou só quando a criança queria comer alguma coisa mesmo. As bolachas faziam o maior sucesso, recheados então, nem se fala. Quem nunca partiu uma ao meio para comer o recheio primeiro? Isso sim era infância com gostinho de carboidrato, sódio e muita gordura trans.
    • Besteiras diversas, temos também
      Só em fevereiro de 2016, as escolas públicas e privadas do Distrito Federal foram obrigadas a atender os critérios estabelecidos no Decreto nº 36.900/2015. O texto regulamenta a Lei nº 5.146/213, que estabelece diretrizes para a promoção da alimentação saudável nas escolas. Antes disso, era livre o comércio das porcarias comestíveis (chocolate, pirulito, sorvete, balinha, bolo com cobertura). Os itens abaixo bombavam entre os baixinhos.

 

É isso, coleguinhas. Entendemos se você estiver em choque com o passado obscuro da alimentação infantil.