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Vida & Estilo

Arquiteta mostra como criar quarto inclusivo para crianças com autismo

Professora e arquiteta da UnB revela como a arquitetura pode ser uma mediadora entre o mundo externo e o universo de uma criança com TEA

13/08/2025 16:31, atualizado 13/08/2025 16:32
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Arquiteta mostra como criar quarto inclusivo para crianças com autismo

A Universidade de Brasília (UnB) participa da edição deste ano da CASACOR Brasília com um espaço que une arquitetura e inclusão. A professora e arquiteta Márcia Urbano, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/UnB), e o grupo Arquitetura Sensorial assinam o ambiente Mundo Azul, criado para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

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O espaço foi inspirado na vida real do filho da professora, e o quarto infantil busca funcionar como um refúgio terapêutico, utilizando a arquitetura de interiores como mediadora entre o mundo externo e o universo de uma criança com TEA.

A professora Márcia, autora do projeto e mãe do PP (que inspirou a criação), conta, ao Metrópoles, que, sim, o quarto de uma criança autista precisa de adaptações.

“Precisa ter pequenos refúgios para que ela possa se tranquilizar em momentos de crise. Ambientes menores e mais silenciosos”, detalha.

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O espaço foi inspirado na vida real do filho da professora
A Universidade de Brasília (UnB) participa da CASACOR Brasília 2025
O espaço é voltado para crianças com TEA
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O espaço é voltado para crianças com TEA

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O espaço foi inspirado na vida real do filho da professora
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O espaço foi inspirado na vida real do filho da professora

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A Universidade de Brasília (UnB) participa da CASACOR Brasília 2025
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A Universidade de Brasília (UnB) participa da CASACOR Brasília 2025

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Além disso, a profissional destaca que é necessário evitar luzes fortes e excesso de barulho e cheiros. “Os autistas têm os cinco sentidos muito apurados, então, é bom evitar ambientes excessivamente estimulantes.”

A arquiteta destaca que um ambiente planejado auxilia na socialização da criança com autismo uma vez que ela tem maior possibilidade de controlar suas emoções. “Se o espaço tem pequenos ambientes acolhedores, ela pode extravasar seu estresse com mais segurança. Além disso, é importante que o quarto tenha ambientes em que a criança possa desenvolver suas habilidades.”

“Muitos autistas têm habilidades artísticas, e pode ser interessante estimular esse potencial como forma de trazê-los para o mundo real. Um ambiente bem projetado faz o intermédio entre o mundo interno silencioso do autista e o mundo externo caótico”, emenda a profissional.