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Maniac: nova série da Netflix é crítica absurda sobre o presente

Com Emma Stone e Jonah Mill, a produção tem tudo para abocanhar troféus na próxima temporada de premiações

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1 de 1 maniac1 - Foto: Netflix/Metrópoles

Antes de qualquer coisa, tenha uma certeza: Maniac, nova série da Netflix, vai abocanhar vários troféus no Globo de Ouro e no Emmy de 2019. Por que tamanha confiança? A gigante do streaming, que há anos bate recorde de indicações, seguiu o modelo de uma das maiores vencedoras da televisão mundial: a HBO.

Maniac, lançada nessa sexta-feira (21/9), tem elenco estrelado: Emma Stone, Jonah Mill e Justin Theroux. Na direção, está Cary Fukunaga – nome por trás da primeira (e premiada) temporada de True Detective. Só essa seleção já bastaria para o seriado ser um fenômeno, porém, há ainda mais elementos.

A trama da produção – desenvolvida por Cary Joji Fukunaga e Patrick Somerville – aposta no absurdo para retratar o (perdão pela redundância) nosso absurdo contemporâneo. Em uma espécie de ficção científica à la Philip K. Dick, o espectador não recebe uma explicação precisa do universo de Maniac: ao contrário, vai se acostumando àquele passado com cara de futuro.

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Em um mundo no qual em troca de gratuidades os seres humanos são bombardeados por anúncios (alô, Spotify!), somos apresentados a Owen Milgrim (Hill) e Annie Landsberg (Stone). Dois personagens com distúrbios mentais e comportamentais, dispostos a encarar um tratamento experimental de uma companhia asiática: tomar drogas alucinógenas.

Ao ingerir três pílulas (A, B e C), os pacientes têm seus dados escaneados por um supercomputador, chamado GRTA – com sentimentos humanos. No entanto, uma série de acontecimentos derivados por uma lágrima (sim, isso mesmo) da máquina, une as alucinações de Milgrim e Landsberg.

Nessas “viagens” é iniciada uma série de reflexões sobre nossa sociedade: sempre por meio de alegorias. Relações familiares e pessoais, amores, convivências… tudo é retratado com um verniz non-sense que funciona quase como um tapa na cara. Vemos uma possível representação de nós mesmo.

Avaliação: Ótimo 

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