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Saúde

Vapes: confira 5 mitos e verdades sobre os cigarros eletrônicos

Disfarçados como inofensivos, os cigarros eletrônicos preocupam especialistas pela rápida popularização entre jovens e riscos graves à saúde

30/05/2025 12:44
Matic Grmek/Getty Images
Foto colorida de homem fumando vape - Metrópoles

O uso de cigarro eletrônico entre os jovens tem preocupado autoridades de saúde devido aos riscos que o dispositivo oferece à saúde. Também conhecido como vape, o aparelho funciona por meio de uma bateria que aquece um líquido contendo nicotina e outras substâncias químicas, gerando vapor que simula a fumaça do cigarro tradicional, oferecendo ao usuário uma experiência semelhante ao ato de fumar.

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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), adolescentes que utilizam cigarros eletrônicos têm maior propensão a se tornarem fumantes na vida adulta. Já o Instituto Nacional de Câncer (Inca) aponta que o uso de vapes aumenta em mais de quatro vezes a chance de um não fumante migrar para o cigarro comum.

“Esses dispositivos se espalharam com uma rapidez impressionante e hoje estão presentes em festas, escolas, ambientes sociais e até dentro de casa. Isso amplia o risco de normalização do hábito e reforça o potencial viciante dos vapes”, alerta o líder nacional de oncologia toráxica da Oncoclínicas&Co, William Nassib William Jr.

Para ajudar na conscientização sobre os riscos do uso de vape para a saúde, o profissional esclarece alguns mitos e verdades sobre os cigarros eletrônicos. Veja:

1. Cigarro eletrônico é uma alternativa segura ao cigarro tradicional?

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MITO. Apesar da crença de que os vapes seriam menos prejudiciais, a verdade é que eles contêm nicotina e uma série de outras substâncias tóxicas. “Os danos à saúde respiratória e cardiovascular são significativos e, em muitos casos, comparáveis aos causados pelo cigarro tradicional”, ressalta o especialista.

2. O cigarro eletrônico é menos prejudicial ao corpo do que o cigarro tradicional?

MITO. Embora não haja combustão como no cigarro convencional, os líquidos aquecidos liberam compostos tóxicos, incluindo metais pesados e formaldeído.

Leia a reportagem completa no Alto Astral, parceiro do Metrópoles.

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