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Caso Everton Ribeiro: conheça os sintomas do câncer na tireoide

Everton Ribeiro foi diagnosticado com câncer há um mês, passou por cirurgia nesta segunda (6/10) e segue em recuperação com apoio da família

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Ruano Carneiro/Getty Images
Imagem colorida do jogador Éverton Ribeiro
1 de 1 Imagem colorida do jogador Éverton Ribeiro - Foto: Ruano Carneiro/Getty Images

O jogador Everton Ribeiro, ídolo do Flamengo e atualmente camisa 10 do Bahia, revelou nesta segunda-feira (6/10) que foi diagnosticado com câncer na tireoide e já passou por cirurgia para retirada do tumor. O atleta afirmou que o procedimento ocorreu bem e que agora está em recuperação.

“Há cerca de um mês, fui diagnosticado com um câncer na tireoide. Hoje fiz a cirurgia e tudo correu bem, graças a Deus. Sigo em recuperação, com fé e com o apoio da minha família e de vocês. Tenho certeza de que vamos vencer mais essa batalha juntos”, escreveu o jogador em postagem no Instagram.

Mesmo após o diagnóstico, Everton Ribeiro continuou atuando normalmente pelo Bahia. No último domingo (5/10), esteve em campo na vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo, na Arena Fonte Nova.

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Everton Ribeiro é apresentado no Bahia
Augusto, de 4 anos, e Antônio, de 2, são filhos de Éverton Ribeiro
Everton Ribeiro jogou com a 10 na ausência de Neymar e agradou
Ídolo do Flamengo, Everton ganhou dez títulos no clube carioca
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Ídolo do Flamengo, Everton ganhou dez títulos no clube carioca

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Everton Ribeiro é apresentado no Bahia
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Everton Ribeiro é apresentado no Bahia

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Augusto, de 4 anos, e Antônio, de 2, são filhos de Éverton Ribeiro
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Augusto, de 4 anos, e Antônio, de 2, são filhos de Éverton Ribeiro

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Everton Ribeiro jogou com a 10 na ausência de Neymar e agradou
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Everton Ribeiro jogou com a 10 na ausência de Neymar e agradou

Lucas Figueiredo/CBF

O que é o câncer de tireoide?

O câncer de tireoide é um dos tumores mais comuns da região da cabeça e pescoço. É uma doença que, na maioria dos casos, tem bom prognóstico e altas taxas de cura, especialmente quando diagnosticada precocemente.

A tireoide é uma glândula em formato de borboleta, localizada na parte anterior do pescoço, responsável por produzir hormônios que regulam o metabolismo, a temperatura corporal e os batimentos cardíacos.

Ao longo da vida, é comum que a glândula apresente nódulos, que podem ser identificados por exames de imagem ou pela palpação. Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), cerca de 60% da população adulta pode desenvolver nódulos na tireoide, mas apenas 5% a 10% são malignos.

“Descobrir um nódulo na tireoide não é motivo para desespero. A maioria é benigna e não requer cirurgia. O mais importante é fazer uma avaliação médica cuidadosa, acompanhar com exames periódicos e seguir as orientações do especialista para garantir segurança e tranquilidade”, explica o médico ultrassonografista Bruno Farnese, especialista em biópsias guiadas por imagem.

Sintomas de câncer na tireoide

Os primeiros sinais costumam incluir nódulos no pescoço, alterações na voz, dificuldade para engolir e sensação de compressão na garganta. Em estágios mais avançados, podem ocorrer aumento dos gânglios linfáticos e rouquidão persistente.

“Muitas vezes, esses sintomas passam despercebidos ou são atribuídos a outras causas menos graves. Por isso é importante procurar um especialista ao notar qualquer alteração persistente na região do pescoço”, alerta o médico Erivelto Volpi, especialista em doenças da tireoide e da paratireoide.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico envolve exames de imagem, como a ultrassonografia, além de punções e biópsias de nódulos suspeitos. Uma vez confirmada a presença de células malignas, o tratamento depende do tipo e do estágio da doença.

“A doença costuma se apresentar como um nódulo clinicamente palpável que, em geral, não é de crescimento rápido, nem doloroso”, explica o oncologista Cheng Tzu Yen, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Na maior parte dos casos, a cirurgia para remoção parcial ou total da glândula é o tratamento mais indicado. Em alguns pacientes, pode haver necessidade de terapia com iodo radioativo e reposição hormonal contínua, para manter o equilíbrio do metabolismo.

“O controle rigoroso após o tratamento é essencial para monitorar possíveis recidivas e ajustar o tratamento conforme necessário. A maioria dos pacientes consegue viver uma vida normal, com qualidade e saúde”, destaca Volpi.

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