Saiba como diferenciar rinite, asma, sinusite e bronquite

Condições como rinite, asma, sinusite e bronquite podem ter sintomas em comum, confundindo assim muita gente

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Retrato de um menino doente na escola assoando o nariz na aula - conceitos de estilo de vida
1 de 1 Retrato de um menino doente na escola assoando o nariz na aula - conceitos de estilo de vida - Foto: Getty Images

Sintomas como dificuldade para respirar, espirros frequentes, tosse persistente ou dor facial são comuns em diversas doenças, especialmente naquelas respiratórias que aparecem bastante no inverno. Então, como diferenciar condições como rinite, asma, sinusite ou bronquite?

“Embora todas afetem o sistema respiratório, cada uma apresenta mecanismos, causas e tratamentos distintos. Rinite e sinusite estão frequentemente ligadas a reações alérgicas e inflamatórias das vias superiores. Por outro lado, asma e bronquite envolvem as vias respiratórias inferiores e costumam ter relação com a inflamação e o estreitamento dos brônquios”, afirma a bióloga Julinha Lazaretti, cofundadora da Alergoshop.

Assim, é preciso entender bem os sintomas de cada uma dessas doenças para um melhor autoconhecimento sobre os sinais do corpo, inclusive na hora de consultar um profissional.

A seguir, veja como saber se é rinite, asma, sinusite ou bronquite (lembrando que, ainda assim, é preciso buscar um especialista para ter um diagnóstico 100% correto e tratamento):

Rinite

Primeiramente, a rinite é caracterizada por uma inflamação da mucosa nasal, muitas vezes causada por reações alérgicas a poeira, ácaros, pólen ou pelos de animais. Além disso, os sintomas mais comuns incluem espirros, coceira, nariz entupido e coriza.

Não é incomum confundi-la com um resfriado comum, o que dificulta seu reconhecimento precoce. A exposição contínua aos alérgenos tende a agravar o quadro.

Asma

Ao contrário da rinite, a asma compromete diretamente os pulmões. O estreitamento das vias aéreas e a inflamação crônica provocam sintomas como chiado no peito, falta de ar, aperto torácico e tosse.

Esses sinais se intensificam com o frio, durante a noite ou após atividades físicas. “A asma exige um acompanhamento contínuo e, em muitos casos, o uso de medicação preventiva, justamente para evitar que crises graves surjam”, pontua Julinha.

Leia a matéria completa no site Alto Astral, parceiro do Metrópoles.

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