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Pfizer pede autorização para uso de vacinas em crianças de 5 a 11 anos

Agência de Medicamentos dos EUA (FDA) avalia a segurança e eficácia do imunizante em pessoas desta faixa etária

atualizado

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criança sendo vacinada
1 de 1 criança sendo vacinada - Foto: istock

As parceiras Pfizer e a BioNTech informaram, nesta quinta-feira (7/10), que solicitaram à Food and Drug Administration (FDA), agência de medicamentos dos Estados Unidos, a autorização de uso emergencial da vacina contra Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos do país.

“Com os novos casos em crianças nos EUA continuando em alto nível, este envio é um passo importante em nosso esforço contínuo contra a Covid-19. Estamos empenhados em trabalhar com o FDA com o objetivo final de ajudar a proteger as crianças contra esta grave ameaça à saúde pública”, informou a Pfizer em um comunicado.

O que se sabe sobre a vacinação de adolescentes contra Covid-19

Pfizer pede autorização para uso de vacinas em crianças de 5 a 11 anos - destaque galeria
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A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil
A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano
A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira
Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis
As principais agências regulatórias de medicamentos do mundo já aprovaram a imunização de adolescentes com 12 anos ou mais contra a Covid-19
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As principais agências regulatórias de medicamentos do mundo já aprovaram a imunização de adolescentes com 12 anos ou mais contra a Covid-19

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A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil
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A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil

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A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano
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A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano

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A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira
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A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira

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Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis
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Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis

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A miocardite (inflamação do coração) foi apontada por estudos como um dos efeitos colaterais após a vacinação com imunizantes de RNA, como Pfizer e Moderna. O evento é considerado muito raro
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A miocardite (inflamação do coração) foi apontada por estudos como um dos efeitos colaterais após a vacinação com imunizantes de RNA, como Pfizer e Moderna. O evento é considerado muito raro

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A miocardite é mais comum entre os jovens, observada com maior frequência entre os meninos após a segunda dose. Ela pode causar dor no peito e batimentos cardíacos acelerados, sintomas que desaparecem em poucos dias
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A miocardite é mais comum entre os jovens, observada com maior frequência entre os meninos após a segunda dose. Ela pode causar dor no peito e batimentos cardíacos acelerados, sintomas que desaparecem em poucos dias

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Cientistas alertam que o risco de desenvolver miocardite após a infecção pelo novo coronavírus é até seis vezes maior do que após a vacina e reforçam a necessidade da imunização
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Cientistas alertam que o risco de desenvolver miocardite após a infecção pelo novo coronavírus é até seis vezes maior do que após a vacina e reforçam a necessidade da imunização

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Os resultados do estudo sobre a segurança e eficácia do imunizante, realizado com 2.268 crianças dessa faixa etária, foram enviados à agência na última semana. Eles são preliminares e ainda precisam passar pela revisão de outros cientistas.

Os dados sugerem que uma injeção com um terço da dose administrada em pessoas com mais de 12 anos é suficiente para garantir níveis de anticorpos semelhantes aos desenvolvidos por adultos que receberam a dose completa.

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