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Saúde

Pediatra ressalta importância de vacinar adolescentes contra a Covid

Ministério da Saúde suspendeu a vacinação de adolescentes sem comorbidades e gerou insegurança na população

Repórter de Saúde21/09/2021 12:26, atualizado 21/09/2021 14:52
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Igo Estrela/Metrópoles
Começa a vacinação contra a Covid-19 para adolescentes com 17 anos. ( UBS 1 do Núcleo Bandeirante )

A pandemia de Covid-19, que assombra o Brasil desde o início de 2020, mudou a vida de todos. Transmitido majoritariamente pelo ar, o coronavírus se espalhou rapidamente e, de acordo com dados do Consórcio de Veículos de Imprensa e das secretarias estaduais de saúde, já infectou mais de 20 milhões de brasileiros e causou a morte de quase 600 mil pessoas.

Uma das principais formas de combater a doença, além de medidas de segurança, como uso de máscaras, higienização constante das mãos e isolamento social, é a vacinação em massa. E, desde que começou no Brasil, a campanha pela imunização contra a Covid-19 já diminuiu o ritmo de contágio do coronavírus. Para se ter uma ideia, no último domingo (19/9), o país registrou o menor número de mortes – 239 – desde novembro de 2020.

De acordo com os especialistas, essa queda é reflexo do avanço da imunização. “A vacinação é um dos fatores, senão o principal, que colaborou para essa melhora”, conta o Dr. Paulo Telles, pediatra e neonatologista pela SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). Porém, a decisão do Ministério da Saúde, na última quinta-feira (16), de suspender a vacinação em adolescentes sem comorbidades gerou uma dúvida na cabeça de muitas pessoas. Afinal, as vacinas são realmente seguras?

Confira a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

O que se sabe sobre a vacinação de adolescentes contra Covid-19

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A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil
A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano
A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira
Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis
As principais agências regulatórias de medicamentos do mundo já aprovaram a imunização de adolescentes com 12 anos ou mais contra a Covid-19
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As principais agências regulatórias de medicamentos do mundo já aprovaram a imunização de adolescentes com 12 anos ou mais contra a Covid-19

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A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil
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A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil

Pete Bannan/MediaNews Group/Daily Local News via Getty Images
A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano
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A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano

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A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira
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A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira

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Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis
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Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis

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A miocardite (inflamação do coração) foi apontada por estudos como um dos efeitos colaterais após a vacinação com imunizantes de RNA, como Pfizer e Moderna. O evento é considerado muito raro
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A miocardite (inflamação do coração) foi apontada por estudos como um dos efeitos colaterais após a vacinação com imunizantes de RNA, como Pfizer e Moderna. O evento é considerado muito raro

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A miocardite é mais comum entre os jovens, observada com maior frequência entre os meninos após a segunda dose. Ela pode causar dor no peito e batimentos cardíacos acelerados, sintomas que desaparecem em poucos dias
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A miocardite é mais comum entre os jovens, observada com maior frequência entre os meninos após a segunda dose. Ela pode causar dor no peito e batimentos cardíacos acelerados, sintomas que desaparecem em poucos dias

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Cientistas alertam que o risco de desenvolver miocardite após a infecção pelo novo coronavírus é até seis vezes maior do que após a vacina e reforçam a necessidade da imunização
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Cientistas alertam que o risco de desenvolver miocardite após a infecção pelo novo coronavírus é até seis vezes maior do que após a vacina e reforçam a necessidade da imunização

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