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OMS faz alerta para mais uma variante do coronavírus, a Mu

A mutação do coronavírus foi identificada pela primeira vez na Colômbia, em janeiro, mas já foi encontrada em 40 outros países

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1 de 1 coronavírus ilustração - Foto: Callista Images/Getty Images

A Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu alerta, nesta quarta-feira (1º/9), sobre mais uma variante de interesse, a Mu. A mutação do coronavírus foi identificada pela primeira vez na Colômbia, em janeiro, mas já foi encontrada em 40 outros países.

A variante ainda não é considerada “de preocupação”, como a Alfa, a Beta, a Gamma e a Delta, porém está sendo acompanhada pela OMS. Mais de 4 mil casos já foram relatados e, segundo a entidade, a mutação pode ter tornado o coronavírus mais resistente às vacinas. Também há preocupação com a possibilidade de ela ser ainda mais infecciosa.

“Desde a primeira identificação na Colômbia em janeiro de 2021, casos esporádicos da variante Mu e alguns surtos maiores foram reportados em países da América do Sul e Europa. Embora a prevalência global da variante entre os casos sequenciados tenha caído e hoje esteja em menos de 0,1% do total de ocorrências, a presença na Colômbia (39%) e no Equador (13%) tem aumentando consistentemente”, diz o relatório da organização.

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Surgiram inúmeras variantes do vírus, mas a OMS considera quatro como sendo de "preocupação"
Ainda não se sabe se as mutações tornam o vírus mais eficiente em fugir da proteção oferecida pelas vacinas
Ela é mais transmissível do que o vírus original, e foi responsável por uma alta nos casos em vários países
Cerca de 73% dos pacientes que tiveram Covid-19 apresentam sintomas nos meses seguintes à infecção, segundo a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos
A versão Beta não apresenta alta transmissibilidade, mas é a mais eficiente em driblar as defesas do corpo
Com o passar dos meses, o coronavírus sofreu mutações para continuar infectando as pessoas
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Com o passar dos meses, o coronavírus sofreu mutações para continuar infectando as pessoas

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Surgiram inúmeras variantes do vírus, mas a OMS considera quatro como sendo de "preocupação"
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Ainda não se sabe se as mutações tornam o vírus mais eficiente em fugir da proteção oferecida pelas vacinas
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Ela é mais transmissível do que o vírus original, e foi responsável por uma alta nos casos em vários países
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Ela é mais transmissível do que o vírus original, e foi responsável por uma alta nos casos em vários países

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Cerca de 73% dos pacientes que tiveram Covid-19 apresentam sintomas nos meses seguintes à infecção, segundo a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos
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Cerca de 73% dos pacientes que tiveram Covid-19 apresentam sintomas nos meses seguintes à infecção, segundo a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos

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A versão Beta não apresenta alta transmissibilidade, mas é a mais eficiente em driblar as defesas do corpo
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A versão Beta não apresenta alta transmissibilidade, mas é a mais eficiente em driblar as defesas do corpo

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A variante Gama é a brasileira, conhecida anteriormente como P.1
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A variante Gama é a brasileira, conhecida anteriormente como P.1

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Ela também é mais transmissível, mas não é responsável por quadros mais graves da infecção
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Países têm aumentado restrições para conter avanço da nova cepa
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São pelo menos 50 mutações, entre as quais 32 ficam localizadas na proteína Spike, usada pelo coronavírus para invadir as células
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São pelo menos 50 mutações, entre as quais 32 ficam localizadas na proteína Spike, usada pelo coronavírus para invadir as células

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As vacinas disponíveis até o momento funcionam contra a maioria das variantes, ainda que não tenham 100% de eficácia contra elas
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As vacinas disponíveis até o momento funcionam contra a maioria das variantes, ainda que não tenham 100% de eficácia contra elas

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