Lula faz tratamento contra câncer de pele: entenda lesão e tratamentos

Presidente Lula iniciou radioterapia preventiva após retirada de lesão no couro cabeludo causada pela exposição solar

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
lula-sanciona-lei-que-cria-dia-nacional-em-memoria-das-vitimas-da-covid-19-5
1 de 1 lula-sanciona-lei-que-cria-dia-nacional-em-memoria-das-vitimas-da-covid-19-5 - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou nesta semana (25/5) um tratamento complementar de radioterapia, após retirar uma lesão de câncer de pele no couro cabeludo. Segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Sírio-Libanês, serão realizadas 15 sessões preventivas ao longo de três semanas.

A lesão foi removida em abril e identificada como um carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele. De acordo com a equipe médica do presidente, trata-se de uma lesão localizada, associada à exposição crônica ao sol, sem sinais de disseminação.

O tratamento atual tem como objetivo reduzir o risco de reaparecimento da doença na região.

O que é a lesão retirada por Lula?

Antes da confirmação do diagnóstico, o presidente havia sido submetido à retirada de uma queratose no couro cabeludo. A queratose é um crescimento anormal de células da pele e pode surgir em diferentes formas.

As mais comuns são a queratose seborreica, considerada benigna e geralmente ligada ao envelhecimento, e a queratose actínica, relacionada à exposição solar acumulada ao longo da vida.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a queratose actínica é considerada uma lesão pré-cancerígena. Embora nem todos os casos evoluam para câncer de pele, parte deles pode se transformar em carcinoma espinocelular quando não há tratamento adequado.

As lesões costumam aparecer principalmente em áreas mais expostas ao sol, como rosto, orelhas, couro cabeludo, mãos e ombros. Em muitos casos, elas se manifestam como manchas avermelhadas e ásperas, mais fáceis de sentir do que de enxergar.

Como funciona o tratamento

O tratamento varia conforme o tipo, o tamanho e a profundidade da lesão. Em casos localizados, a remoção cirúrgica costuma ser uma das abordagens mais utilizadas.

Também podem ser indicados tratamentos com medicamentos tópicos, laser, peeling químico, congelamento da lesão ou radioterapia, como no caso do presidente.

Segundo o boletim médico divulgado pelo hospital, Lula seguirá normalmente com a agenda de compromissos durante o tratamento.

O carcinoma basocelular costuma apresentar crescimento lento e baixa chance de espalhamento para outros órgãos, mas exige acompanhamento médico para evitar novas lesões e possíveis complicações.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações