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Infectologista explica os riscos por trás do surto do vírus Marburg

Um surto do vírus Marburg foi registrado pela OMS na Guiné Equatorial, colocando em alerta autoridades de saúde de todo o mundo

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Fotografia em preto e branco do vírus marburg visto por lente de microscópio - Metrópoles
1 de 1 Fotografia em preto e branco do vírus marburg visto por lente de microscópio - Metrópoles - Foto: Wikipédia/Reprodução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou o surto do vírus Marburg na Guiné Equatorial, colocando o mundo todo sob estado de alerta. O vírus é da mesma família do Ebola, Filoviridae. O morcego é o reservatório e principal forma de transmissão, além do contato com sangue ou secreções de um humano infectado.

“A África é área de circulação de morcegos que transportam o vírus, tem dificuldades sanitárias no atendimento de casos e questões culturais – como os ritos funerais. Por isso, a probabilidade de um surto aumenta. Apesar disso, como já se sabe quais são as vias de transmissão, a partir da identificação de um surto é possível conter a disseminação entre humanos”, analisa o mestre em doenças infecciosas Bernardo de Almeida, diretor médico da Hilab.

O médico explica que a infecção provoca uma reação inflamatória sistêmica, que predispõe a sangramentos e perda de líquidos. Ao mesmo tempo, ocorre uma disfunção vascular, que explica a evolução para o estado de choque na maior parte dos casos. “Caso essa situação não tenha diagnóstico e tratamento precoce, há evolução para o óbito, que ocorre em até 80% dos casos”, alerta Bernardo.

Leia a reportagem completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

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