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Saúde

Hábitos do dia a dia que podem ser gatilhos para a ansiedade

Alguns hábitos até parecem inofensivos, mas podem desencadear crises de ansiedade. Para diminuir o problema, é preciso evitá-los

23/09/2024 14:29
Pixar/Reprodução
Imagem mostra a personagem Ansiedade do filme Divertida Mente em pé - Metrópoles

Ainda estamos no Setembro Amarelo, e nada melhor do que esse mês para discutir e se conscientizar sobre questões ligadas à saúde mental. Ainda mais a ansiedade, problema que afeta 9,3% da população brasileira, segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). E o número pode ser bem maior, já que muitas pessoas não percebem o quão grave é o problema.

Os sintomas mais evidentes de ansiedade são inquietação, fatigabilidade, dificuldade de se concentrar, sensação de “branco” na mente, irritabilidade, tensão muscular, perturbação do sono, excesso de medo e preocupação e apetite desregulado. Porém, ela se manifesta de forma diferente para cada pessoa.

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“Outros sinais que podem passar despercebidos são falta de ar, dores no peito, dor no estômago, náusea, diarreia, sudorese, tremores e boca seca”, alerta a psicóloga Camila Araújo, do AmorSaúde, rede de clínicas parceiras do Cartão de TODOS.

Para a especialista, é muito importante procurar por ajuda psicoterapêutica se estiver com os sintomas. “Com orientação e auxílio psicológico, é possível gerenciar crises de ansiedade, além de identificar onde esse padrão disfuncional foi estabelecido para pensar em melhorias, criando novos hábitos para que o indivíduo consiga diminuir o sofrimento”, afirma.

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Contudo, além de buscar ajuda, existem outras medidas que você pode tomar para tentar diminuir a sua ansiedade, especialmente evitando alguns hábitos nocivos.

Hábitos que podem despertar a ansiedade

Alguns dos hábitos do dia a dia que podem parecer inofensivos, mas você deve evitar se quiser diminuir a ansiedade, são:

  • Não ter rotina;
  • Se comparar;
  • Sofrer por antecedência;
  • Não praticar nenhuma atividade física;
  • Não ter qualidade de sono;
  • Não ter uma alimentação saudável;
  • Uso excessivo de telas;
  • Não expressar seus sentimentos.

Especificamente sobre o uso excessivo de telas, Araújo explica que isso impacta a saúde mental porque ativa o sistema de recompensa, estrutura do cérebro que recebe toda atividade prazerosa. E o estímulo constante dessa atividade gera dependência, aumentando o estresse, a comparação, pensamentos acelerados e a ansiedade.

Confira a reportagem completa no Alto Astral, parceiro do Metrópoles.

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