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Endocrinologista explica como estresse e sono influenciam na obesidade

Muito além da alimentação, os fatores impactam diretamente o metabolismo e no ganho de peso, podendo levar à obesidade

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Jovem mulher asiática com a mão no rosto deitada em cama - Metrópoles
1 de 1 Jovem mulher asiática com a mão no rosto deitada em cama - Metrópoles - Foto: Getty Images

Durante muito tempo, a obesidade foi tratada como resultado de descontrole alimentar ou sedentarismo. Hoje, a ciência mostra que o ganho de peso é multifatorial.

A obesidade é reconhecida como doença crônica pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Isso significa que envolve mecanismos cerebrais, hormonais e metabólicos complexos.

“O corpo não é uma calculadora simples de calorias. Ele é um sistema adaptativo”, explica a endocrinologista Alessandra Rascovski.

Estresse crônico e obesidade

O estresse constante ativa o eixo hipotálamo–hipófise–adrenal. Esse sistema regula a produção de cortisol. Em situações agudas, o cortisol sobe e depois volta ao normal. No estresse crônico, ele pode permanecer desregulado.

Leia a notícia completa no portal SportLife, parceiro do Metrópoles.

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