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Saúde

Enxaqueca: conheça as causas e saiba como prevenir

Neurologista explica como o tratamento integrado e individualizado pode impactar para promover o bem-estar de quem sofre com enxaqueca

05/12/2024 08:36
João Bidu/ Reprodução
mulher de cabeça baixa dor de cabeça enxaqueca

A enxaqueca é uma doença neurológica de causa genética que se caracteriza por uma dor de cabeça com intensidade variada. No Brasil, mais de 30 milhões de pessoas convivem com a condição, representando cerca de 15% da população. As crises de enxaqueca podem acompanhar diversos sintomas, como náuseas e vômito, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes.

A neurologista Thaís Villa, especialista no diagnóstico e tratamento da enxaqueca, explica que a manifestação da condição afeta os cinco sentidos.

  • Visão: durante uma crise de enxaqueca, é comum desenvolver sensibilidade à luz. Isso porque o cérebro passa a responder aos mínimos estímulos.
  • Audição: a sensibilidade ao som pode acompanhar os episódios de enxaqueca. A ocorrência de zumbidos nos ouvidos também é comum.
  • Olfato: certos odores assumem maior sensibilidade durante os ataques de enxaqueca, levando a pessoa a evitar cheiros que gerem gatilho para as crises.
  • Paladar: a sensibilidade do olfato pode se relacionar às anomalias do paladar que resultam nos episódios de enxaqueca.
  • Tato: também é possível sofrer de alodinia, fazendo com que o paciente sinta dor devido a estímulos que normalmente não são dolorosos.

“Por ser uma doença crônica, de causa hereditária, a enxaqueca não tem cura. Porém, a partir da integração do tratamento por especialistas de diversas áreas, é possível focar no paciente de forma individual, controlando as crises e os sintomas que a doença faz acontecer. Sem banalização da dor, por uma vida mais plena, como ela deve ser”, esclarece a neurologista.

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Causas da enxaqueca

A enxaqueca é uma enfermidade hereditária e multifatorial, mas alguns fatores podem funcionar como gatilhos que desencadeiam as crises. Confira os principais abaixo.

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  • Jejum prolongado;
  • Estresse;
  • Insônia;
  • Consumo de açúcar,chocolate, embutidos, café e bebidas alcoólicas;
  • Fumo;
  • Alterações hormonais.

Leia a matéria completa no Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

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