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Crianças que fazem esportes coletivos têm menos risco de depressão

Estudo americano mostra que indivíduos que jogam com um time têm mais oportunidades de interação social positiva e lidam com menos estresse

atualizado

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Crianças - Futebol - Bola - Esportex

De acordo com uma pesquisa publicada na revista científica Plos One, crianças que praticam esportes coletivos têm 10% menos risco de desenvolver depressão e ansiedade quando comparadas às que não fazem nenhuma atividade. O levantamento foi feito pela Universidade do Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, e contou com dados de 11 mil crianças entre nove e 13 anos.

Em contrapartida, praticar esportes individuais, como tênis ou lutas, por exemplo, pode aumentar em 15% as chances de ter ansiedade. Crianças que fazem esportes coletivos também têm 17% menos chance de ter problemas sociais e 12% menos risco de ter déficit de atenção.

Segundo os cientistas, fazer atividades com outras pessoas cria um senso saudável de competição, promove oportunidades de interação social positiva e desenvolve senso de proximidade e companheirismo com os outros participantes.

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Enquanto isso, o esporte solitário pode ser responsável por ansiedade de performance, quando a pessoa fica muito nervosa com os próprios resultados, e a expectativa dos pais pode aumentar o estresse da criança.

Os pesquisadores afirmam que é preciso estudar o assunto mais a fundo para determinar exatamente quais esportes podem ser “problemáticos” para crianças, e entender como as outras condições de vida do indivíduo interferem no problema. A pesquisa deve continuar acompanhando os participantes por 10 anos.

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