Coronavac tem eficácia “modesta” em crianças de 3 a 5 anos, diz estudo

Pesquisa foi realizada durante o surto da variante Ômicron no país. Eficácia contra hospitalização e internação em UTI foi de mais de 64%

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Na imagem colorida, uma criança está sentada enquanto alguém aplica uma vacina no braço dela
1 de 1 Na imagem colorida, uma criança está sentada enquanto alguém aplica uma vacina no braço dela - Foto: baona/Getty Images

Um estudo realizado no Chile mostrou que a vacina Coronavac, fabricada no Brasil pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, foi 38,2% eficaz na prevenção de infecções pelo coronavírus em crianças de 3 a 5 anos durante o surto da variante Ômicron no país.

“A eficácia foi modesta; no entanto, a proteção contra doenças graves permaneceu alta”, escreveram os autores do estudo.
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De acordo com a Fiocruz, vacinar crianças contra a Covid é necessário para evitar a circulação do vírus em níveis altos, além de assegurar a saúde dos pequenos
Apesar de não ser necessária a prescrição médica para vacinação, o governo federal recomenda que os pais procurem um profissional da saúde antes de levar os filhos para tomar a vacina
Segundo a Anvisa a grande maioria dos eventos adversos pós-vacinação é decorrente da administração do produto errado à faixa etária, da dose inadequada e da preparação errônea do produto
A vacina infantil vem em uma embalagem de cor laranja, diferente da versão para maiores de 12 anos, que é roxa. A seringa utilizada é a de 1ml, e o volume aplicado deve ser de 0,2ml
A identificação correta das doses para crianças de 5 a 11 anos é uma obrigação das autoridades públicas, que devem garantir ainda um treinamento eficiente para toda a equipe responsável
Pais devem ficar atentos para evitar erros na aplicação do imunizante nos pequenos, já que eles têm uma dinâmica própria
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Pais devem ficar atentos para evitar erros na aplicação do imunizante nos pequenos, já que eles têm uma dinâmica própria

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De acordo com a Fiocruz, vacinar crianças contra a Covid é necessário para evitar a circulação do vírus em níveis altos, além de assegurar a saúde dos pequenos
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De acordo com a Fiocruz, vacinar crianças contra a Covid é necessário para evitar a circulação do vírus em níveis altos, além de assegurar a saúde dos pequenos

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Apesar de não ser necessária a prescrição médica para vacinação, o governo federal recomenda que os pais procurem um profissional da saúde antes de levar os filhos para tomar a vacina
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Apesar de não ser necessária a prescrição médica para vacinação, o governo federal recomenda que os pais procurem um profissional da saúde antes de levar os filhos para tomar a vacina

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Segundo a Anvisa a grande maioria dos eventos adversos pós-vacinação é decorrente da administração do produto errado à faixa etária, da dose inadequada e da preparação errônea do produto
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Segundo a Anvisa a grande maioria dos eventos adversos pós-vacinação é decorrente da administração do produto errado à faixa etária, da dose inadequada e da preparação errônea do produto

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A vacina infantil vem em uma embalagem de cor laranja, diferente da versão para maiores de 12 anos, que é roxa. A seringa utilizada é a de 1ml, e o volume aplicado deve ser de 0,2ml
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A vacina infantil vem em uma embalagem de cor laranja, diferente da versão para maiores de 12 anos, que é roxa. A seringa utilizada é a de 1ml, e o volume aplicado deve ser de 0,2ml

Agência Brasil
A identificação correta das doses para crianças de 5 a 11 anos é uma obrigação das autoridades públicas, que devem garantir ainda um treinamento eficiente para toda a equipe responsável
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A identificação correta das doses para crianças de 5 a 11 anos é uma obrigação das autoridades públicas, que devem garantir ainda um treinamento eficiente para toda a equipe responsável

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 De acordo com a Pfizer, a quantidade aplicada nas crianças foi cuidadosamente selecionada com base em dados de segurança e imunogenicidade
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De acordo com a Pfizer, a quantidade aplicada nas crianças foi cuidadosamente selecionada com base em dados de segurança e imunogenicidade

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Os estudos clínicos da farmacêutica indicaram menor possibilidade de reações adversas no uso de doses menores. As respostas imunológicas também se mostraram mais eficientes porque as crianças, normalmente, têm resposta imune mais robusta
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Os estudos clínicos da farmacêutica indicaram menor possibilidade de reações adversas no uso de doses menores. As respostas imunológicas também se mostraram mais eficientes porque as crianças, normalmente, têm resposta imune mais robusta

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Segundo dados da Pfizer, cerca de 7% das crianças que receberam uma dose da vacina apresentaram alguma reação, mas em apenas 3,5% os eventos tinham relação com o imunizante. Nenhum deles foi grave
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Segundo dados da Pfizer, cerca de 7% das crianças que receberam uma dose da vacina apresentaram alguma reação, mas em apenas 3,5% os eventos tinham relação com o imunizante. Nenhum deles foi grave

Rafaela Felicciano/Metrópoles

A pesquisa, divulgada nessa terça-feira (15/3), na plataforma Research Square, ainda sem a revisão por pares, foi realizada entre 6 de dezembro e 26 de fevereiro. Os pesquisadores usaram dados da campanha de vacinação infantil do país andino, que incluiu as crianças menores no início de dezembro de 2021.

A Coronavac foi 64,6% eficaz na prevenção de hospitalizações e 69% eficaz na prevenção de internações em unidades de terapia intensiva (UTI) nesta faixa etária após a aplicação das duas doses com intervalo de 28 dias.

“O surto da linhagem Ômicron causou um número sem precedentes de casos de Covid-19, incluindo internações hospitalares pediátricas”, diz o estudo.

Anvisa avalia pedido

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu, na última sexta-feira (11/3), o pedido do Instituto Butantan para a ampliação do uso da Coronavac no país.

A Aniva informou que a “análise técnica será feita de forma rigorosa e com toda a cautela necessária para esse público específico”. Ela cumpre o prazo de sete dias para a análise do pedido.

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