Como reduzir o consumo de energéticos de maneira saudável e segura

Consumo exagerado da bebida pode causar taquicardia, ansiedade, insônia e até problemas cardiovasculares

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Foto colorida com alto contraste de lata de bebida energética com fundo amarelo e laranja - Metrópoles.
1 de 1 Foto colorida com alto contraste de lata de bebida energética com fundo amarelo e laranja - Metrópoles. - Foto: Unsplash

Os energéticos se tornaram parte da rotina de muita gente, principalmente entre jovens, estudantes e pessoas que buscam mais disposição ao longo do dia. Mas o consumo frequente e exagerado dessas bebidas pode trazer efeitos importantes para a saúde.

Ricos em substâncias estimulantes, como cafeína e taurina, os energéticos agem rapidamente no organismo e aumentam o estado de alerta. O problema aparece quando o consumo passa do limite, especialmente quando combinado com álcool ou noites mal dormidas.

Como o energético age no corpo

O energético funciona como uma bebida estimulante. Seus componentes atuam diretamente no sistema nervoso central e provocam aumento temporário da disposição, da concentração e da sensação de energia.

O efeito costuma aparecer em poucos minutos após o consumo. Isso acontece porque substâncias como a cafeína aceleram os batimentos cardíacos e aumentam a pressão arterial.

Apesar da sensação inicial de energia, o efeito é curto. Depois de algum tempo, muitas pessoas sentem um “efeito rebote”, marcado por cansaço intenso, irritação e dificuldade de concentração.

Confira todas as dicas no portal Saúde em dia, parceiro do Metrópoles.

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