AVC e temperaturas baixas: conheça os riscos e como se proteger

Especialista explica como as baixas temperaturas podem afetar a circulação e reforça a importância da prevenção do AVC

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Ilustração colorida de raio-x de humano com mancha vermelha no crânio que simula AVC - Metrópoles.
1 de 1 Ilustração colorida de raio-x de humano com mancha vermelha no crânio que simula AVC - Metrópoles. - Foto: Freepik

Com a chegada das temperaturas mais baixas em diferentes regiões do país, cresce também a preocupação com os efeitos do frio sobre o organismo. Entre os principais riscos está o impacto na saúde cardiovascular, já que o inverno pode favorecer alterações na circulação sanguínea e na pressão arterial, fatores diretamente ligados ao Acidente Vascular Cerebral (AVC).

De acordo com o Instituto Nacional de Cardiologia (INC), o frio pode elevar em até 20% o risco de AVC. A explicação está na resposta natural do corpo à queda de temperatura. Para conservar calor, o organismo provoca a contração dos vasos sanguíneos, o que aumenta a pressão e exige mais esforço do coração.

O neurocirurgião Victor Hugo Espindola explica que essa reação fisiológica é uma forma de preservar a temperatura interna do corpo, mas pode trazer consequências importantes para quem já tem predisposição cardiovascular. Quando os vasos se contraem, a circulação fica mais pressionada e o coração precisa trabalhar mais para manter o fluxo sanguíneo adequado.

Leia a notícia completa no portal Saúde em Dia, parceiro do Metrópoles.

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