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Avanço da vacinação faz brasileiros recuperarem esperança, diz estudo

Pesquisa encomendada pela Pfizer e SBIm mostra que imunização contra Covid-19 exerce impacto positivo no ânimo da população

11/11/2021 16:37, atualizado 11/11/2021 16:38
Rodrigo Estrela/Ascom Aparecida de Goiânia
Aparecida de Goiânia inicia vacinação de dose de reforço em idosos

O avanço da vacinação contra a Covid-19 está restabelecendo a confiança da população no futuro. Até 75% dos brasileiros afirmam se sentir mais seguros, segundo a pesquisa “Vacina. Tomar para Retomar”, divulgada nesta quinta-feira (11/11). O estudo foi realizado pela Inteligência em Pesquisa e Consultoria (IPEC) por encomenda da Pfizer Brasil e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

O levantamento foi realizado a partir de entrevistas com 2 mil brasileiros com 16 anos ou mais, residentes nas cinco regiões do país, entre os dias 19 e 29 de outubro. De acordo com os dados, 96% deles já tinham tomado a vacina contra a Covid. Eles foram questionados sobre os hábitos de proteção que pretendem seguir após o fim da pandemia, as atividades que desejam retomar e a atualização da carteira de vacinação.

Entre as perguntas, havia uma sobre qual sentimento traduz a ampliação da vacinação no Brasil. Dos 11 sugeridos pelos pesquisadores, os mais recorrentes foram esperança (29%), otimismo (24%) e alívio (16%). Por outro lado, 86% dos respondentes afirmaram ter muito ou um pouco de medo de uma nova onda da Covid-19.

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Retomada das atividades

Após aproximadamente um ano e meio de pandemia, ver a família e os amigos e frequentar espaços fechados como shoppings, cinemas, igrejas foram as atividades indicadas como as mais aguardadas para serem retomadas. As duas categorias foram mencionadas por 40% dos entrevistados.

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Na sequência, apareceram frequentar espaços abertos como parques, praças, praias (35%); viajar (32%) e ir a eventos com aglomeração de pessoas como shows, festas e estádios (23%). No entanto, apenas 18% das pessoas esperam voltar a fazer cursos presenciais e 16%, a trabalhar presencialmente. Entre os entrevistados, 15% afirmaram que já voltaram a realizar todas as atividades normalmente.

Pós-pandemia

Quando questionados sobre os hábitos adquiridos no último ano que serão mantidos depois da pandemia, 58% dos entrevistados afirmaram que pretendem continuar usando álcool em gel; 55% seguirão lavando as mãos constantemente ou quando chegarem em algum lugar; 40% pretendem continuar a usar máscaras, mesmo que eventualmente; 31%, a respeitar o distanciamento social, evitar aglomerações e o contato físico desnecessário; e 21%, a fazer a higienização das compras de supermercados, padarias e delivery.

“Talvez a maior lição que fique será que os indivíduos com sintomas gripais tenham mais preocupação com o próximo, usando máscaras em locais fechados ou transporte público. A conscientização sobre os riscos para grupos mais vulneráveis deve trazer mudanças de comportamento também”, sugere Renato Kfouri, infectologista e diretor da SBIm.

Veja quais são os sintomas mais frequentes de Covid-19:

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Idosos e pessoas com comorbidades, como doenças cardíacas, pulmonares ou obesidade, e os imunossuprimidos apresentam maior risco de desenvolver complicações mais sérias da Covid-19
No início da pandemia, os principais sintomas associados à doença eram febre, cansaço, tosse seca, dores no corpo, congestão nasal, coriza e diarreia
Dois anos depois da confirmação do primeiro caso, com o surgimento de novas variantes do coronavírus, a lista de sintomas sofreu alterações
Pacientes passaram a relatar também calafrios, falta de ar ou dificuldade para respirar. Fadiga, dores musculares ou corporais, dor de cabeça, perda de olfato e/ou paladar, dor de garganta, náusea, vômito e diarreia também fazem parte dos sintomas
A variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia, espalhou-se rapidamente pelo mundo e gerou um novo perfil da doença
Os testes laboratoriais confirmaram que o medicamento é capaz de conter a capacidade viral de mutações, como a Ômicron e a Delta, classificadas como variantes de preocupação pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
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Os testes laboratoriais confirmaram que o medicamento é capaz de conter a capacidade viral de mutações, como a Ômicron e a Delta, classificadas como variantes de preocupação pela Organização Mundial da Saúde (OMS)

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Idosos e pessoas com comorbidades, como doenças cardíacas, pulmonares ou obesidade, e os imunossuprimidos apresentam maior risco de desenvolver complicações mais sérias da Covid-19
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Idosos e pessoas com comorbidades, como doenças cardíacas, pulmonares ou obesidade, e os imunossuprimidos apresentam maior risco de desenvolver complicações mais sérias da Covid-19

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No início da pandemia, os principais sintomas associados à doença eram febre, cansaço, tosse seca, dores no corpo, congestão nasal, coriza e diarreia
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No início da pandemia, os principais sintomas associados à doença eram febre, cansaço, tosse seca, dores no corpo, congestão nasal, coriza e diarreia

Andrea Piacquadio/Pexels
Dois anos depois da confirmação do primeiro caso, com o surgimento de novas variantes do coronavírus, a lista de sintomas sofreu alterações
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Dois anos depois da confirmação do primeiro caso, com o surgimento de novas variantes do coronavírus, a lista de sintomas sofreu alterações

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Pacientes passaram a relatar também calafrios, falta de ar ou dificuldade para respirar. Fadiga, dores musculares ou corporais, dor de cabeça, perda de olfato e/ou paladar, dor de garganta, náusea, vômito e diarreia também fazem parte dos sintomas
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Pacientes passaram a relatar também calafrios, falta de ar ou dificuldade para respirar. Fadiga, dores musculares ou corporais, dor de cabeça, perda de olfato e/ou paladar, dor de garganta, náusea, vômito e diarreia também fazem parte dos sintomas

Microgen Images/Science Photo Library/GettyImages
A variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia, espalhou-se rapidamente pelo mundo e gerou um novo perfil da doença
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A variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia, espalhou-se rapidamente pelo mundo e gerou um novo perfil da doença

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Atualmente, ela se assemelha a um resfriado, com dores de cabeça, dor de garganta, coriza e febre, segundo um estudo de rastreamento de sintomas feito por cientistas do King's College London
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Atualmente, ela se assemelha a um resfriado, com dores de cabeça, dor de garganta, coriza e febre, segundo um estudo de rastreamento de sintomas feito por cientistas do King's College London

Boy_Anupong/Getty Images
A mudança no perfil dos sintomas é um desafio no controle da pandemia, uma vez que as pessoas podem associá-los a uma gripe comum e não respeitar a quarentena, aumentando a circulação viral
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A mudança no perfil dos sintomas é um desafio no controle da pandemia, uma vez que as pessoas podem associá-los a uma gripe comum e não respeitar a quarentena, aumentando a circulação viral

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Um estudo feito no Reino Unido, com 38 mil pessoas, mostrou que os sintomas da Covid-19 são diferentes entre homens e mulheres
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Um estudo feito no Reino Unido, com 38 mil pessoas, mostrou que os sintomas da Covid-19 são diferentes entre homens e mulheres

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Enquanto eles costumam sentir mais falta de ar, fadiga, calafrios e febre, elas estão mais propensas a perder o olfato, sentir dor no peito e ter tosse persistente
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Enquanto eles costumam sentir mais falta de ar, fadiga, calafrios e febre, elas estão mais propensas a perder o olfato, sentir dor no peito e ter tosse persistente

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Os sintomas também mudam entre jovens e idosos. As pessoas com mais de 60 anos relatam diarreia com maior frequência, enquanto a perda de olfato é menos comum
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Os sintomas também mudam entre jovens e idosos. As pessoas com mais de 60 anos relatam diarreia com maior frequência, enquanto a perda de olfato é menos comum

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A maioria das pessoas infectadas que tomaram as duas doses da vacina sofre com sintomas considerados leves, como dor de cabeça, coriza, espirros e dor de garganta
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A maioria das pessoas infectadas que tomaram as duas doses da vacina sofre com sintomas considerados leves, como dor de cabeça, coriza, espirros e dor de garganta

Malte Mueller/GettyImages