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Saúde

Argentina vacinará adolescentes brasileiros em fronteiras terrestres

Medida anunciada nesta quarta (27/10) alcança menores de 18 anos de qualquer nacionalidade que entrarem no país por rodovias

27/10/2021 13:04, atualizado 27/10/2021 13:06
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Angelica Reyes/Unsplash
Bandrira da Argentina tremulando - Metrópoles

O governo da Argentina anunciou, nesta quarta-feira (27/10), que irá vacinar turistas menores de 18 anos nas fronteiras terrestres do país, incluindo brasileiros. A ministra da Saúde do país, Carla Vizzotti, afirmou, em entrevista coletiva, que há estoque suficiente, e que não faltarão imunizantes para os argentinos.

Temos disponibilidade de vacinas para imunizar os turistas que entrarem no país e para as estratégias de vacinação de províncias limítrofes, com vacinação nas fronteiras. A medida é fundamentalmente para os menores de 18 anos, aqueles que vão poder entrar sem a vacinação por turismo”, disse.

Adultos só podem entrar no país com confirmação de que já receberam as duas doses das vacinas contra a Covid-19 a pelo menos 14 dias. O governo argentino espera ainda que a decisão estimule o “turismo da vacina”, atraindo visitantes para conhecer o país.

O que se sabe sobre a vacinação de adolescentes contra Covid-19

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A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil
A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano
A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira
Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis
As principais agências regulatórias de medicamentos do mundo já aprovaram a imunização de adolescentes com 12 anos ou mais contra a Covid-19
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As principais agências regulatórias de medicamentos do mundo já aprovaram a imunização de adolescentes com 12 anos ou mais contra a Covid-19

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A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil
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A vacina da Pfizer/BioNTech é a única que pode ser aplicada em menores de 18 anos no Brasil

Pete Bannan/MediaNews Group/Daily Local News via Getty Images
A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano
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A autorização para o uso emergencial em adolescentes com 12 anos ou mais foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em junho deste ano

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A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira
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A Pfizer foi pioneira nos estudos clínicos com pessoas mais jovens e a primeira empresa a pedir a aprovação da agência brasileira

Igo Estrela/Metrópoles
Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis
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Além de proteger os jovens contra os efeitos da infecção, a vacinação contribui para reduzir a circulação viral, protegendo também adultos e idosos mais vulneráveis

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A miocardite (inflamação do coração) foi apontada por estudos como um dos efeitos colaterais após a vacinação com imunizantes de RNA, como Pfizer e Moderna. O evento é considerado muito raro
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A miocardite (inflamação do coração) foi apontada por estudos como um dos efeitos colaterais após a vacinação com imunizantes de RNA, como Pfizer e Moderna. O evento é considerado muito raro

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A miocardite é mais comum entre os jovens, observada com maior frequência entre os meninos após a segunda dose. Ela pode causar dor no peito e batimentos cardíacos acelerados, sintomas que desaparecem em poucos dias
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A miocardite é mais comum entre os jovens, observada com maior frequência entre os meninos após a segunda dose. Ela pode causar dor no peito e batimentos cardíacos acelerados, sintomas que desaparecem em poucos dias

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Cientistas alertam que o risco de desenvolver miocardite após a infecção pelo novo coronavírus é até seis vezes maior do que após a vacina e reforçam a necessidade da imunização
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Cientistas alertam que o risco de desenvolver miocardite após a infecção pelo novo coronavírus é até seis vezes maior do que após a vacina e reforçam a necessidade da imunização

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Matías Lammens, ministro do Turismo do país, anunciou ainda que não será mais necessário fazer um exame de PCR cinco a sete dias após a chegada no país — agora, só é exigido o teste até 72h antes do embarque.

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