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Saúde

Argentina descarta caso suspeito de mpox em navio vindo do Brasil

Após passar dois dias atracado em um porto por suspeita de um caso de mpox na tripulação, navio foi liberado

21/08/2024 17:22, atualizado 21/08/2024 17:25
Getty Images
Foto colorida de profissional de saúde usando luvas segurando tubos de amostra rotulados como 'Varíola dos Macacos" mpox - Metrópoles

O Ministério da Saúde da Argentina informou, nesta quarta-feira (21/8), que descartou o caso supeito de mpox que mantinha um navio proveniente do Brasil travado na costa da província de Santa Fé.

O tripulante tinha catapora, infecção viral que também causa manchas e coceira na pele. As lesões das duas doenças são diferentes: a mpox gera feridas com cicatrização uniforme; na catapora, as lesões são de tamanhos diferentes.

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“As lesões da mpox aparecem em estágios uniformes, o que as diferencia de outras doenças. Na catapora, por exemplo, há lesões muito recentes convivendo com outras em crostas, quase cicatrizadas. Na mpox, elas evoluem em conjunto, em semelhança clínica com a varíola”, explicou o infectologista e patologista clínico Celso Granato, representante da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML), em entrevista anterior ao Metrópoles.

A tripulação do navio foi liberada na Argentina após o cumprimento de um protocolo de emergência. O principal medo das autoridades sanitárias do país vizinho era de que a nova variante da mpox pudesse ter infectado a tripulação, pois o barco era originário da África.

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