Anvisa manda recolher lote de molho de tomate com pedaços de vidro

Anvisa foi alertada de que lote de molho de tomate importado para o Brasil continha pedaços de vidro

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ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília, Distrito Federal - Brasil. 6 de dezembro de 2020.
1 de 1 ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília, Distrito Federal - Brasil. 6 de dezembro de 2020. - Foto: Rmcarvalho/Getty Images

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (7/1), o recolhimento de um lote do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro, após identificar pedaços de vidro no produto.

Com a decisão, o lote LM283 do produto teve a comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo suspensos.

A agência foi avisada pelo Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações (RASFF, na sigla em inglês) de que o lote do produto importado para o Brasil continha pedaços de vidro.

Suplementos com ingredientes não autorizados

A Anvisa também informou nesta quarta-feira sobre o recolhimento de cinco lotes do suplemento alimentar Neovite Visão, da empresa BL Indústria Ótica Ltda. (Bausch Lomb). O produto é voltado para a saúde ocular.

Com a decisão, os lotes 25G073, S25C004, S25C003, S25C002 e S25G072 ficam proibidos de serem comercializados, distribuídos, fabricados, importados, divulgados e consumidos.

Segundo a Anvisa, os lotes em questão foram fabricados com Capsicum annuum L. (fruto da páprica), ingrediente que não é autorizado em suplementos alimentares como fonte de zeaxantina.

Além disso, a quantidade de Caramelo IV (caramelo processo sulfito-amônia) nos produtos está acima do limite permitido. A empresa comunicou que fará o recolhimento voluntário dos lotes.

Os suplementos de Vitamina C Sucupira com Unha de Gato Ervas Brasil e o Suplemento Alimentar Colesterol Ervas Brasil, fabricados pela empresa Ervas Brasil Indústria Ltda., também foram alvo de fiscalização da Anvisa.

A agência determinou que os produtos não podem mais ser comercializados, distribuídos, fabricados, divulgados e consumidos porque a fabricante não tem licença sanitária nem alvará de funcionamento e utilizou ingredientes não autorizados em alimentos.

“Além disso, faz divulgação irregular dos produtos, com falsas indicações terapêuticas, associando o seu uso a benefícios funcionais e de saúde, sem comprovação científica”, informa a Anvisa.

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