Viracopos prevê "efeito cascata" em atrasos de voos após apagão
Aeroporto de Viracopos sofreu apagão na manhã desta terça (22/9). Queda de energia afetou subestações e concessionária investiga o ocorrido

O apagão ocorrido no Aeroporto Internacional de Viracopos em Campinas, interior de São Paulo, na manhã desta terça-feira (22/9), também afetou as subestações que evitam as quedas de energia do local. Por conta do ocorrido, os reflexos devem ser sentidos até pelo menos esta quarta-feira (23/9).
De acordo com a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, o equipamento não funcionou durante a falta de energia e as causas serão investigadas. A operação deve ser normalizada ainda nesta terça, mas, por conta do “efeito cascata”, os voos nos próximos dias podem sofrer impactos.

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Ver todasAinda segundo a empresa, a expectativa é de que a operação volte ao normal até 12h30. Os passageiros conseguem embarcar, mas de maneira mais lenta do que a usual. Até o momento, 26 voos foram cancelados, sendo 13 deles de partida e 13 de chegada.
A falta de energia elétrica foi registrada pelo aeroporto em parte do terminal de passageiros por volta das 3h10. As equipes de manutenção foram acionadas e o processo de normalização e de restabelecimento de energia aconteceu por volta das 6h30.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SPAs áreas de pátio de aeronaves, a pista de pousos e decolagens e as vias de acesso não foram afetadas pela interrupção. “O Terminal de Carga também não sofreu impactos. O problema ocorreu em uma das subestações que alimentam o saguão de check-in”, informou Viracopos em nota.
“Há voos com atrasos, e os dados estão sendo contabilizados neste momento.” A concessionária orienta os passageiros com voos previstos para esta manhã a consultarem as companhias aéreas sobre a situação de seus respectivos voos.
Também em nota, a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) informou que “o sistema elétrico que atende ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas, opera normalmente” e que a ocorrência teve origem nas instalações internas do aeroporto e, por isso, “é responsabilidade do cliente”.



